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Desilusão amorosa pode provocar danos à saúde, diz pesquisa

Por Elaine Andrade e José Maurício Oliveira
Segundo estudo de uma universidade do Reino Unido, a pessoa que sofre com o fim de um relacionamento pode ter a imunidade afetada. Com isso, chances de contrair doenças aumentam
Quem morre de amor é personagem de romance, certo? Talvez a realidade não esteja tão distante da ficção. Uma pesquisa da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, revelou que a perda da pessoa amada pode sim ameaçar a saúde. Segundo o estudo, o vazio sentimental poderia reduzir a imunidade e a chance de contrair doenças se torna bem maior. Um estresse emocional causado por uma desilusão amorosa ou a morte de um companheiro teria um impacto direto sobre o funcionamento do organismo humano.

 A psicóloga Juliana Gebrim explica que o processo de uma desilusão amorosa pode ser extremamente doloroso. “A pessoa pode ter a autoestima bastante afetada, perder o apetite e sono, negligenciar a vida profissional, isolar-se socialmente, cair em depressão profunda e até, em casos mais graves, tentar suicídio”. A profissional afirma que a perda de um amor, ou da percepção que a pessoa constrói do que seja esse sentimento, é uma espécie de luto.  “Como todo luto, o indivíduo fica mais vulnerável física e emocionalmente. Se a mente não está bem, certamente a imunidade cai”, diz.

 De acordo com a psicóloga, a expectativa em relacionamentos amorosos é muito grande. “A pessoa imagina o parceiro muito melhor do que realmente é e quando sofre uma desilusão, ela potencializa aquele trauma que, normalmente, está relacionado a outros momentos e contextos da sua vida”, explica.
 A saída, segundo Juliana, é procurar ajuda especializada. “Um profissional bem recomendado faz toda a diferença em tratamentos como esses. Em, no máximo, dois anos, dependendo do paciente, ele estará recuperado”, continua.

 Uma desilusão amorosa custou quase dois anos de recuperação para a servidora pública Martha (nome fictício). “Passei por três consultórios de psicólogos diferentes quando terminei meu namoro pela primeira vez”. Durante esse período, de oito meses, ela perdeu o apetite e chegou a emagrecer dez quilos. Ela conta que pensou, inclusive, em suicídio, por achar que não suportaria viver sem o rapaz.

 Durante o tratamento para superar o trauma da rejeição, o ex-namorado de Martha pediu para voltar. “Com as mesmas promessas, ele se aproveitou que eu ainda estava vulnerável”, lamentou a servidora que, mesmo cedendo, continuou na terapia. Atualmente, após mais de um ano novamente afastada do ex, ela afirma que nunca esteve tão perto da cura completa para a desilusão que sofreu. “Estou saindo com outro rapaz há cerca de três semanas e aprendi a me amar antes de qualquer outra pessoa. Hoje sou mais feliz.”
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Denúncia: remédio para diabético é oferecido como emagrecedor em farmácias do DF

Um remédio para diabetes tem sido ilegalmente, vendido como emagrecedor em farmácias no Distrito Federal. A partir de uma consulta simples, a reportagem pôde constatar que o remédio chamado Victoza está sendo usado com o objetivo de emagrecer apesar de ser para tratar diabetes mellitus tipo 2, quando dieta e exercícios sozinhos não são suficientes para o controle da glicemia.  Seu preço está entre 380 à 402,90 reais, apesar do valor do remédio, é preciso fazer encomenda devido a “grande procura” de acordo com comerciantes.

A
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já proibiu remédios usados como emagrecedores que continham anfetaminas, porém os usuários sempre encontram  forma de driblar a situação.  A Anvisa não apresenta estudos que comprovem qualquer grau de eficácia ou segurança do uso do produto Victoza para redução de peso e ainda afirma que o uso para outra finalidade caracteriza elevado risco  sanitário para a  saúde da população, mas mesmo assim o medicamento continua sendo adquirido para tal fim.

O remédio que está sendo consumido por esse público de uma forma incorreta é o Victoza (Liraglutina), que é um antidiabético e está disponível em diversas farmácias em Brasília, sem prescrição médica.


Foi informada pela Anvisa que uso de receita para a compra deste remédio é estritamente obrigatória mas na realidade, o acesso é extremamente fácil, pode-se fazer o pedido até por telefone, ao perguntar se é preciso de receita, não existe nem discussão, a resposta é, não.


A Anvisa reconhece que é possível que exista comércio irregular do medicamento e assegura que monitora o uso. “Considerando a situação atual do produto no mercado, em que já foi gerado um sinal de uso off label (uso de medicamento para indicações clínicas diferentes das autorizadas) para tratamento de obesidade, há de se tomar medidas sanitárias no sentido de alertar sobre o fato”, explicou a agência em nota.


Vigilância Sanitária

A Vigilância Sanitária informou que para a venda do produto, a prescrição médica é necessária, porém não existe retenção da receita, isso seria um fator que facilita a venda sem receita própria e informa que não consegue detectar a prática. “Não há meios que mostrem se o produto é vendido ou não nos estabelecimentos farmacêuticos”, aponta.

A Vigilância Sanitária acrescenta que a fiscalização também é papel da sociedade “É importante (a ação da população) na medida em que esteja conscientizada de que medicamento só deve ser consumido mediante acompanhamento médico, mesmo aqueles que independam de prescrição, pois qualquer medicamento utilizado de forma incorreta, em doses inadequadas, para fins diversos de sua indicação, pode causar danos, muitas das vezes, irreparáveis.”
Por Bruna Meneghini - Jornal Esquina on-line
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Campanha de vacinação contra a gripe será prorrogada até o dia 1º de junho


Por Vívian Azeredo


O Ministério da Saúde decidiu prorrogar a 14ª Campanha de Vacinação contra a Gripe até o dia 1º de junho.  O objetivo é que mais pessoas tenham a chance de serem vacinas, já que o término da campanha estava previsto para esta sexta- feira (25/05).
De acordo com o governo, a campanha de vacinação não conseguiu atingir a meta de imunizar os 24, 2 milhões de pessoas maiores de 60 anos, trabalhadores da saúde, crianças que tenham entre seis meses e dois anos,  gestantes e também indígenas.
Os idosos são a maior parte desse grupo a receber a vacina, porém muitos deixam de se vacinar com receio de algumas reações após a vacinação. O Ministério da Saúde esclarece que isto é apenas um mito e que a vacina é feita de vírus inativos, incapazes de causar gripe.
As doses são oferecidas de graça nos postos de saúde para o público-alvo da campanha. A vacina também pode ser encontrada em laboratórios particulares, onde qualquer pessoa fora do grupo de risco pode ser imunizada. Os valores variam de R$ 50,00 a R$ 119,00.
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Polícia Militar do DF oferece tratamento de equoterapia


O Regimento de Polícia Montada (RPMon) oferece sessões gratuitas
Por Gabriela Sant'Anna

Fisioterapeuta Andréia Belo com aluna
A Polícia Militar do Distrito Federal oferece, desde 1993, aulas de equoterapiapara pessoas carentes ou que não podem pagar pelo tratamento. O centro conta com doze profissionais, todas mulheres, nas áreas de educação física, psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, arte educação e pedagogia.

Os pacientes dão início ao tratamento depois de um estudo de caso feito pela equipe interdisciplinar do centro. “A partir daí é definido o planejamento de atendimento semestral, com as propostas feitas de acordo com a patologia de cada praticante”, diz Andréia Belo, fisioterapeuta do centro. As aulas têm duração de trinta minutos e são elaboradas individualmente para cada paciente.

Existe uma lista de espera com duzentas e cinquenta e uma pessoas e quem entra na fila aguarda em torno de dois anos. A demora ocorre porque o aluno que entra tem direito a atendimento durante dois anos. Ao final desse período, ele é desligado e volta para o final da fila, para que outros inscritos tenham oportunidade de desfrutar do serviço.
Aos interessados, para inscrever-se é preciso ir pessoalmente ao RPMon, localizado no Riacho Fundo, BR 060, e preencher a ficha com dados pessoais do paciente. O comandante do Regimento é o Tenente Coronel Fernando D’Austria e Caravellas Filho.


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Entenda como funciona a equoterapia


Terapia que utiliza cavalos é indicada para tratamento de deficiência
Por Gabriela Sant'Anna e Vivian Azeredo

Equoterapia é um método terapêutico interdisciplinar e educacional que utiliza o cavalo para promover o desenvolvimento biopsicossocial da pessoa com deficiência, segundo a Associação Nacional de Equoterapia - ANDE-Brasil. O método é indicado para crianças a partir de três anos e adultos, sem limite de idade. O tratamento tem maior eficácia em pessoas portadoras de sequelas motoras e neurológicas.

Lara Resende, de onze anos, monta desde os quatro e a mãe garante os benefícios das aulas. “Minha filha não andava antes de começar a equoterapia, depois de quatro meses montando, ela começou a dar os primeiros passos. Os efeitos foram muito rápidos”, afirma a funcionária pública Nava Resende. Lara é portadora da Síndrome de Kabuki, uma doença rara que afeta tanto a parte neurológia quanto física do corpo.

A prática ajuda na autoestima e autoconfiança do paciente, além do equilíbrio, coordenação motora, controle postural e melhoras no aprendizado. “Acreditamos hoje que a equoterapia lúdica ajude a criança a aprender com motivação e sem a obrigação de uma sala de aula”, diz Vera Regina Ângelo, pedagoga.

Outro aspecto muito importante é o da inserção do paciente na sociedade. Pelo fato de a terapia ser dada em ambientes diferentes, o praticante fica mais aberto à socialização e aceita contato com outras pessoas, buscando a integração com a escola de equitação e com o mundo.
No Distrito Federal, existem cinco centros filiados à ANDE-Brasil. Os contatos podem ser encontrados no site da Associação.






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Carne de porco ganha espaço na mesa do brasileiro

Por José Maurício
Nutricionista afirma que a proteína é tão saudável quanto as outras. Mas consumidor ainda resiste
Você já ouviu falar que carne de porco é muito gordurosa, faz mal à saúde e causa neurocisticercose? Pois é, especialistas afirmam que isso é mito. Segundo a nutricionista Thaliane Dias, a carne suína é tão saudável quanto as outras. “O frango, o peixe e a carne suína possuem cortes com perfis nutricionais compatíveis com os níveis preconizados de saudabilidade encontrados na carne bovina”, esclarece.

Existe hoje no Brasil um projeto criado para tentar quebrar os tabus sobre essa proteína. Ele é coordenado pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS). “As pessoas têm uma visão errada sobre a carne suína, no passado o animal era criado em condições sanitárias inadequadas. Agora, a realidade é bem diferente.”, comenta Lívia Machado, coordenadora do projeto.
Ela conta que o projeto surgiu a partir de uma pesquisa em que foi possível constatar que 49% dos brasileiros preferiam o sabor da carne suína, mas quase não a consumiam por associá-la à obesidade e a uma “coisa suja”.
Segundo dados divulgados pela ABCS, o consumo per capita de carne de porco no Brasil é de 15 quilos, isso quer dizer que cada habitante consome essa quantidade da proteína por ano. Em 2010, quando o projeto começou, eram 13 quilos per capita. A meta é que em 2015, esse número suba para 18 quilos Enquanto isso, o consumo de carne bovina é de 35 quilos per capita.

Para alcançar o resultado, Lívia conta que o trabalho tem investimento em várias áreas. “Fazemos ações na produção, comercialização e indústria. Queremos um setor capacitado e um consumidor bem informado sobre os benefícios desse produto.”, diz.
O pecuarista Alexandre Cenci explica que os suínos são criados em granjas e não em chiqueiros, como se imagina. “São estruturas de alta tecnologia, os animais são alimentados com ração balanceada, à base de milho e soja”, esclarece. “Isso faz com que possamos oferecer ao consumidor uma carne saborosa e saudável”, continua.
Para saber se o produto é confiável, é preciso ficar atento aos selos de certificação dos órgãos sanitários. No Distrito Federal, a reguladora é a Secretaria de Agricultura, que age por meio da Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal. Ou seja, para ter a qualidade atestada, na embalagem da carne é preciso conter o selo DIPOVA.
Opiniões divididas
Patrícia Lima, dona de casa, diz que adora uma leitoa assada. “Não vejo problema nenhum em comer, lá em casa tem sempre, sou mineira, fui criada comendo carne de porco.”

Já o empresário Luciano Alves prefere não arriscar. “Eu evito, sempre ouvi dizer que faz mal”, comenta. Mas, quando a carne aparece no churrasco, ele abre uma exceção. “Assado é uma delícia”, completa.
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Danos à saúde provocados pelo cigarro

• 200 mil mortes por ano no Brasil (23 pessoas por hora);
• 25% das mortes causadas por doença coronariana - angina e infarto do miocárdio;
• 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos;
• 85% das mortes causadas por bronquite crônica e enfisema pulmonar (doença pulmonar obstrutiva crônica);
• 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos);
• 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral).
• 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero, leucemia);
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Governo anuncia aumento do imposto sobre o cigarro

Medida pretende incentivar fumante a largarem o vício
Por Carla Souza e Talita Diniz

 Após o governo anunciar o reajuste sobre produtos industrializados (IPI) sobre cigarros, o consumidor já percebeu a diferença nos preços do produto. A empresa Souza Cruz aumentou o preço de uma de suas marcas mais populares de R$ 4,75 para R$ 6.
Segundo o cronograma da Receita
Federal, a tributação sobre os cigarros continuará crescendo, com alíquotas maiores do IPI no início de cada ano.
Campanha do Ministério
Alguns fumantes consideraram o aumento abusivo, como é o caso da bancária Irinede Faria, que sustenta o vício há dez anos e gasta em média R$ 300 por mês com carteiras de cigarro. “Já havia pensado por vezes parar de fumar, agora com esse aumento, o qual considero abusivo, só me deu mais força de vontade", diz a bancária.
Há quem consiga ver um lado positivo na medida do governo, mesmo sendo fumante. A estudante de artes cênicas Ana Cláudia reduziu de duas para uma carteira de cigarro por semana. “Acredito que a melhor a maneira para largar o vício, seja eliminando ele aos poucos, no final preservo minha saúde e meu bolso também”, ressalta a estudante.
Apesar de o governo arrecadar com o aumento do cigarro, o principal objetivo do aumento do IPI sobre o produto seria tentar reduzir as vendas, prevenindo que outros fumantes surjam no país. De acordo com o Ministério da Saúde, houve queda de 14,4% no número de fumantes no Brasil. Atualmente, no Brasil, 23 pessoas morrem por hora em virtude de doenças ligadas ao tabagismo.

Economia
Segundo o Banco Mudial o tabagismo gera uma perda mundial de US$ 200 bilhões por ano, sendo que a metade ocorre nos países em desenvolvimento.  Este valor é o resultado da soma de vários fatores, como o tratamento das doenças relacionadas ao tabaco, mortes de cidadãos em idade produtiva, maior índice de aposentadorias precoces, aumento no índice de faltas ao trabalho e menor rendimento produtivo. Hoje o cigarro é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo.
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Nutricionista esclarece que suplementos não fazem “milagre”e indica como aumentar metabolismo para emagrecer

A nutricionista Carolina Amâncio, mestre em educação física, refuta a ideia que alimentos ou suplementos termogênicos consigam resultado isoladamente. Embora tenha elogiado as propriedades da semente de chia, por exemplo, negou que tenha algum efeito sem que a pessoa colabore para o gasto de caloria.



“Não adianta tomar um suco com a chia e depois tomar um litro de sorvete. Não vai adiantar nada. O necessário é uma dieta balanceada com exercícios físicos regulares”. Além da chia, a especialista informou que não há comprovação científica de outro “queridinho” nas farmácias, as cápsulas de óleo de coco.

Ela citou alguns alimentos importantes para a aceleração do metabolismo. “Tanto a canela, que pode ser utilizada com frutas, como o gengibre, em sucos, são bons aceleradores”. Mas o ideal, antes de mais nada, é que seja procurado um nutricionista para que possa elaborar uma dieta equilibrada.
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Dia Internacional da Mulher: Distrito Federal tem mutirão para reconstrução de mama

Por Luísa Peleja
Estudante de jornalismo

Nesta semana, cirurgias de reconstituição da mama têm sido realizadas nos hospitais públicos do DF através do Sistema Público de Saúde (SUS). As beneficiadas são mulheres de diversas idades que passaram pela difícil etapa de recuperação do câncer que, na maioria das vezes, leva consigo um grande pedaço da sensualidade e autoestima das mulheres, os seios. Até sexta-feira, 9, pelo menos 55 cirurgias acontecerão, contando com ajuda de profissionais voluntários, sendo eles cirurgiões e enfermeiros.

Desde o final de 2010 a frente da Associação das Mulheres Mastectomizadas do Distrito Federal (Recomeçar), Joana Jeker dos Anjos (na foto ao lado), 35 anos, trabalha para que o sonho dessas mulheres de se sentir completa, seja realizado. Segundo a presidente da associação, em 2010 apenas 70 cirurgias foram realizadas, mas após tomar força no ano passado mais de 250 pacientes já foram beneficiadas. “A sensação é de renascimento. A felicidade nos olhos dessas pessoas que já sofreram tanto é lindo de acompanhar”, diz. No momento em que Joana falava, ela estava visitando uma das pacientes, “A minha relação com elas é bem próxima. Dividir essa conquista com elas é o meu presente”.

A presidente da Recomeçar fala por experiência própria, já que há 3 anos passou pelo mesmo processo de reconstituição. Cada cirurgia custa em média 15 mil reais e, normalmente, é preciso mais de uma para deixar a mama em ótimo estado. O que seria inviável para a maior parte das vítimas do câncer de mama que atinge mulheres de todas as classes sociais. Na cerimônia de abertura do mutirão, o governador, Agnelo Queiroz, prometeu, até o final do ano, diminuir quase a zero a fila de espera da cirurgia.
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Jovens mostram-se cada vez mais envolvidos com a doação de sangue

por Maria Eugênia Caminha

A paulista Ana Carolina Rocha, de 23 anos, sofreu um grave acidente no mês de agosto. Ao tentar atravessar a rua fora da faixa de pedestre, em São Paulo, a jovem foi atropelada por um ônibus em alta velocidade e ficou entre a vida e a morte. O que a salvou foi o rápido atendimento médico e, como ela mesma revelou, 10 bolsas de sangue de 490 ml cada. O interessante é que Carolina, que tem 18 mil seguidores no Twitter e é conhecida na rede como @tchulimtchulim, causou comoção na internet e lançou a campanha "Vai Doa", que visa a estimular os jovens conectados a doar sangue e mandar fotos ou vídeos mostrando a experiência. Essa é apenas uma das recentes iniciativas que vêm chamando a atenção dos jovens para o assunto.


Acima, vídeo de Ana Carolina (@tchulimtchulim) fala mais sobre seu acidente e a importância da doação de sangue

Em Brasília, os jovens tornaram-se o público-alvo prioritário da Fundação Hemocentro de Brasília. A última novidade é que, desde setembro, menores de 18 anos de idade já podem ser doadores voluntários de sangue. Conforme portaria do Ministério da Saúde, jovens com 16 e 17 anos devem comparecer no Hemocentro com um responsável legal e uma ficha de autorização. “Com essa nova legislação esperamos aumentar nosso cadastro de doadores voluntários além de conscientizar os jovens, cada vez mais cedo, da importância de contribuir com a sociedade de uma forma tão humanitária”, disse Laciene Montalvão, coordenadora responsável pelo Setor de Captação da FHB. A informação foi divulgada oficialmente no dia 16 de setembro.


Agora, jovens de 16 e 17 anos podem doar sangue com autorização prévia

Foto: Divulgação

Compromisso - Mais antigo é o Clube 25, iniciativa que busca fazer de jovens doadores de sangue regulares. Ao aderir o projeto, cada jovem deverá assumir o compromisso de realizar no mínimo três doações ao ano, totalizando 20 doações, até completar os 25 anos de idade. O controle é realizado por meio de uma Carteira de Membro Fidelizado do Clube, que vai registrando cada doação. Para começar, é necessário assistir a um treinamento ministrado pelo Hemocentro, assinar um Termo de Adesão após a primeira doação e comprometer-se a manter um estilo de vida saudável.

O esforço, segundo Ana Carolina, vale à pena. “Sangue não se compra, não aluga, não pega emprestado. Os quase quatro litros que recebi foram doados! Para cada bolsa, uma pessoa teve que acordar em um belo dia e ir doar". No caso da estudante, foi graças à colaboração de 10 pessoas. "Fiquei realmente tocada com isso, pois caso não existisse sangue para a minha cirurgia, eu não estaria aqui falando com você. A boa ação de pessoas que não me conhecem salvou a minha vida”, disse. Em Brasília, são doações por dia de anônimos que vão salvar vidas de pessoas que eles também não conhecem.

: : Para saber mais sobre a campanha Vai Doa!

Tumblr: http://vaidoa.tumblr.com
Twitter: @vaidoa

: : Para saber como participar do Clube 25

Fundação Hemocentro de Brasília
Setor Médico Hospitalar Norte, quadra 03, conjunto A, Bloco 03 (próximo ao HRAN)
(61) 3327 4413 ou Disque Saúde – 160
servicosocial@fhb.df.gov.br
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Em semana do doador voluntário, Hemocentro quer conscientizar para baixo estoque de sangue

Júlia Carneiro


Com a semana nacional do doador voluntário de sangue (de 21 a 25 de novembro), o Hemocentro têm expectativas de um aumento do estoque de sangue de Brasília, que está em baixa. Inclusive, para suprir o déficit de doação de sangue no Brasil, seria necessário que de 3% a 5% da população doasse sangue. Uma realidade longe da atual, que conta com 1,9% da população brasileira.

Lauciene Maria, chefe de captação do Hemocentro de Brasília queixa a falta de doações:  “Temos uma média de 200 pessoas por dia doando, sendo que o mínimo para termos um estoque bom seria 250 pessoas. O estoque está sempre em baixa, de todos os tipos sanguíneos”, e reforça que muitas pessoas doam pelas razões erradas: “O maior fluxo de doadores tende a acontecer antecedendo um feriado prolongado, geralmente para conseguirem um atestado médico e viajarem mais cedo”.

A verdade é que com uma doação de 470mL, de três a quatro pessoas podem ser salvas. O processo é muito simples, ágil e todo mundo de 16 a 67 anos que sigam as condições básicas para doação de sangue são convidados a doar. “Recentemente aumentamos o espectro de doadores, a pouco tempo menores de 18 anos nem podiam doar. Isso aconteceu porque as pessoas mais jovens estão cada vez mais com biótipo aceitável para a doação, com um peso acima de 50 quilos. Aumentamos também a idade limite, porque os idosos estão cada vez mais saudáveis”, explica Helena Bruno, assessora jornalista do Hemocentro.

Os doadores são divididos em três categorias diferentes. Doador voluntário, , doador de campanha interna e doador convidado. “O nosso call center, 160/2, liga para doadores já cadastrados e convida a pessoa para vim, de acordo com o tipo sanguíneo e a necessidade deste no estoque. Essa pessoa percebe um atendimento preferencial”, justifica Lauciene Maria.

Regiane Cordeiro é um exemplo de doadora voluntária. Doou pela primeira vez no ano passado, com seus três irmãos, porque sua mãe fez uma cirurgia e precisou de sangue que estava em falta no hospital. “Vim doar de novo esse ano, dessa vez trouxe até a minha mãe, minha filha e sobrinha, que vão doar assim que puderem. Mas durante a pré-triagem a enfermeira pediu para eu não doar porque estou com umas manchinhas na pele. Ela sugeriu que fosse à dermatologista e depois do meu diagnóstico correto voltar aqui”, completa Regiane.
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"Doutoras do Riso" transformam ambiente de UTI no Hospital da Asa Sul


Valentina e Fronha  na UTI do HRAS.                                 Foto: José Maciel
Junte brincadeiras, risos e muita alegria. Sentimento inesperado para uma Unidade de Terapia Intensiva. O resultado dessa mistura é visto em rostinhos contentes, no olhar de esperança e no encanto de quem proporciona felicidade. Isso é o que garante a “doutora” Fronha e sua “assistente” Valentina, brincando de médicas. As atrizes Antônia Vilarinho e Natasha Padilha, intérpretes desses personagens, não são médicas, mas especializadas naquilo que confiam ser um remédio diferente: o riso.

Elas não usam máscaras, nem anestesias, muito menos bisturis. “Somos formadas em besteirologia”, repete a “doutora” Fronha para cada funcionário da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do Hospital Regional da Asa Sul, o HRAS.  Quando elas chegam, toda a ala infantil do hospital se transforma. Pais que acompanham os filhos chamam Fronha e Valentina para verem seus filhos


Com nariz de palhaço, sapatos gigantes, tinta no rosto, jaleco e principalmente diversão, Fronha e Valentina entram em cada quarto da unidade infantil do hospital. São aproximadamente cinco alas e nem sempre dá para atender á todas. “Na próxima visita, a gente começa por onde não passamos”, conta Fronha. As médicas da alegria não atrapalham nenhum tratamento. Quando alguma criança está com algum médico, elas imediatamente procuram outro quarto e depois, retornam.

Cantarolando, Fronha e Valentina saem do quarto e brincam com funcionários e pacientes, colocam apelidos e se “apaixonam” por quem está à frente. Encontram-se com “Dilma”, uma servidora do hospital que, segundo elas, é semelhante à presidente. Fazem serenata em um quarto, reunião de família no outro, pedem pizza na recepção. Sem olhar o relógio por mais de três horas, as atrizes sentem a hora de dar tchau. Fronha e Valentina, a dupla dinâmica segundo alguns funcionários, com sentimento de dever cumprido deixam a última ala do HRAS.

Fronha e Valentina fazem parte da ONG Cara de Anjo. Uma instituição que surgiu em abril de 2010 com a ajuda da advogada dos Doutores da Alegria( Instituição voltada para apoio à recuperação de crianças. No momento, eles buscam pessoas, empresas ou quem mais puder para ajudar. 

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Diminuição da faixa etária para doar sangue não aumenta estoque

Por Ludmyla Barbosa
Video e Fotos: Luiz Leão

A partir desse ano os doadores de sangue não precisam ser maiores de idade. Jovens com mais 16 anos podem ser voluntários. Segundo informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), com a menor faixa etária, o Hemocentro pretende conscientizar os jovens cada vez mais cedo para a necessidade de colaborar.

Apesar do Hemocentro abrir as portas para mais doa dores,os estoques do hemocentro estão em baixa. A chefe de captação do FHB, Lauciene Maria, afirma que os menores de 18 anos começaram a aparecer, mas ainda não foio suficiente para alavancar a quantidade de sangue estocado.
Dados publicados no Congresso Brasileiro de Hematologia e Hemoterapia (HEMO/2011) mostram o quanto a sociedade brasileira está longe de atingir o número ideal de doares, que varia de 3% a 5% da população doando uma vez por ano. Hoje esse número é de aproximadamente 1,9%. 
Lauciene explica que todos os tipos sanguíneos então em falta. Quando isso ocorre, o hemocentro recorre à “doação convidada”. Isso quer dizer que a fundação liga para antigos doadores, já registrados, para chamá-los a doar. Ela garante que a ação consegue aumentar de forma relevante os estoque sem períodos de crise.
Impulso- A estudante de técnica em odontologia, Jéssica Neiva, 21, se voluntariou pela primeira vez depois do convite da escola onde estuda em Planaltina, a 38quilômetros de distância. “Sempre tive vontade de doar, só faltava aquele impulso, o pessoal foi nos chamar, eu acabei vindo”, confessa Jéssica.
A colega dela, Elaine Fernandes, 32, doa sangue há dois anos e não perdeu a oportunidade de se juntar ao grupo para doar sangue pela oitava vez. Ela diz que é muito importante se conscientizar porque é um ato de solidariedade que salva muitas vidas.  

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Doadores precisam seguir “vida saudável”

Por Renata Franco

Quem deseja se tornar doador de sangueprecisa seguir recomendações de “vida saudável”. Não serão aceitas doações de portadoresde doenças infecto-contagiosas (Sífilis, AIDS, Chagas, malária, hepatite B ouC), pessoas com vários parceiros sexuais e que mantiveram relações sem o uso dacamisinha nos últimos 12 meses, usuários de drogas injetáveis e mulheresgrávidas, que estão amamentando ou tiveram aborto nos últimos 3 meses.

Que não está nessesgrupos precisa seguir as condições para a doação mesmo assim. “ Não ter bebidonas últimas 24 horas, não ter colocado piercing ou tatuagem nos últimos 12meses, não estar usando medicamentos” , relata o médico Luiz Atta, 53.

“Meu sangue é O+,sempre que tenho a possibilidade, vou no hemocentro doar, já que o meu sanguepode ajudar muita gente”, comenta a arquiteta Claúdia Mendes,45.

Conscientização - O hemocentro tem um projeto chamado “Hemocentro nasescolas”, com o pensamento de que desde cedo as crianças precisam aprender a importância do ato dedoar sangue. Na adolescência, os jovens estão construindo novos valores. É importante, que desde cedo todos entendam o valorda doação de sangue.

 O artista Lee Ki Seug, criou bolsas de sangueem formato de bota de papai Noel, além de uma proposta interessante, as botasainda ajudam na decoração de natal nos hemocentros. O pensamento do artista, éque o melhor presente que você pode colocar na botinha, é que a doação desangue possa salvar a vida de alguém. As propostas e campanhas feitas peloshemocentros em relação a doação, sempre é feita no final do ano, já que osestoques de sangue, por causa dos acidentes durante a comemoração do natal eano novo, deixando uma grande baixa nos estoques de sangues.





ALIMENTAÇÃO ACONSELHÁVEL PARA A DOAÇÃO:


a) No dia anterior à doação:
- Alimente-se normalmente e hidrate-se bem.

b) No dia da doação pela manhã (das 7 às 12 horas):
-Não doar sangue em jejum: alimentar-se com leite de soja ou desnatado,suco,
frutas (menos abacate e jaca),  café, chá, pão com geléia;
-Não ingerir leite integral e seus derivados (manteiga, queijo, iogurte) ou alimentos gordurosos
até três horas antes da doação;
-Ingerir 02 copos de água antes da doação;

c) No dia da doação à tarde (das 12 às18 horas):
-Tomar o café da manhã normalmente, a restrição quanto a alimentosgordurosos antes da
doação é de 3 horas;
-Doar sangue 02 horas após o almoço (obedecer o período da digestão);
-Alimentar-se normalmente com carnes grelhadas, saladas, arroz, feijão;
-Não ingerir alimentos gordurosos (frituras, ovos, massas, maionese, sorvete,chocolate e etc.);
-Ingerir 02 copos de água antes da doação.



 OS CUIDADOS APÓS A DOAÇÃO DE SANGUE


-Permanecer nas dependências da FHB por pelo menos 15 minutos;
-Não fumar nas 2 horas seguintes à doação;
-Beber grande quantidade de líquidos nas 12h seguintes à doação.
-Evitar ingerir bebida alcoólica nas próximas 12h seguintes à doação.
-Pressionar o local da punção para evitar hematomas;
-Interromper atividades de esforço físico nas próximas 12 horas seguintes;
-Não dirigir veículos pesados, coletivos ou motocicletas.
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A esperança em um sorriso

Hospital Dia, na Asa Sul, faz festa para comemorar o Dia das Crianças

Por Kaká Guimarães

Foto: Luiz Cunha
Era para ser outra segunda-feira qualquer no Hospital Dia, prédio que passa quase despercebido na 508 Sul.Passava das 11h da manhã e os preparativos começaram para uma grande festa idealizada por um grupo de voluntários parceiros da Secretaria de Justiça do DF, junto a jovens universitários e as enfermeiras do hospital. O evento foi organizado para crianças carentes que sofrem de diabetes, AIDS, hanseníase, entre outras doenças.

O centro de saúde foi preenchido por uma onda de alegria. Tinha palhaço, mágico, brincadeiras, cama-elástica, bolos, salgadinhos e docinhos. Mas nem sempre é assim, durante a semana o Hospital Dia atende cerca de três mil pessoas que passam por lá para tomar medicamentos.

No meio a tantas dificuldades na saúde pública do DF há esperanças no sorriso de pessoas que amam o que fazem. É o caso da enfermeira Alessandra Lacerda, servidora da Secretaria de Saúde do DF. “No hospital, nós acolhemos, informamos e tranquilizamos os pacientes. A relação de confiança e amizade que construímos é muito forte. Muitos deles são discriminados pela sociedade e sofrem traumas horríveis. Aqui eles recuperam a autoestima e resgatam sua fé e identidade.”

A Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos oferece serviços voluntários a instituições interessadas. Por meio de seu projeto de voluntariado tem visitado hospitais, creches, asilos e outros locais onde falta solidariedade. Segundo a Gerente de Voluntariado Jéssica Oliveira, quem precisar da ajuda de voluntários pode entrar em contato pelo telefone: 3355 8000.
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Distrito Federal lança campanha de prevenção da dengue

A campanha começou em setembro deste ano e vai até maio de 2012.
Por Carla Carolina e Talita Diniz

A campanha de prevenção da dengueno Distrito Federal foi lançada no mês de setembro. Segundo o coordenador de Controlee Prevenção da Dengue da Secretaria de Saúde, Ailton Domicio, o objetivo é intensificaras ações de prevenção e de mobilização social nos períodos de maior transmissãoda doença, os meses de chuva. “A intensificação iniciará sempre em setembro eestendera-se até maio do ano subsequente”, diz o coordenador.

Na semana de 20 a 25 de setembro,a divulgação da campanha foi feita em empresas públicas e privadas, esecretarias do GDF. Foram distribuídos folders, panfletos e cartazes, além daveiculação de propagandas na TV e rádio.


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As estratégias do programaincluem divulgação no sistema de som dos trens do Metrô e no painel eletrônicodo Conselho Federal da OAB.  Nem todas asestratégias foram utilizadas nessa primeira edição, mas serão utilizada naspróximas.

Outras cidades também estãofazendo campanha de prevenção como é o caso do Seminário Rio contra a Dengue,que ocorreu no dia 19 de setembro. Porém a experiência de trabalhar com semanaspreventivas só ocorre no Distrito Federal, de acordo com o coordenador dacampanha.
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Saiba como se prevenir da dengue

A doença transmitida pelomosquito Aedes aegypt pode até matar

Por Carla Carolina e Talita Diniz

O mosquito da dengue depositaseus ovos em diversos locais onde exista água parada, que rapidamente setransformam em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto.Somente as fêmeas se alimentam de sangue para maturação de seus ovos.

Geralmente, os sintomas da denguecomeçam repentinamente, e duram de cinco a sete dias. A pessoa infectada temfebre alta (39 a 40 graus), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nasarticulações, indisposição, enjoos, vômitos, manchas avermelhadas na pele e dorabdominal, entre outros sintomas.

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Os sintomas iniciais da denguehemorrágica se assemelham aos da dengue clássica. Após o terceiro ou quarto diade evolução da doença, a dengue hemorrágica pode provocar sangramentos nasais,gengivais, urinários, gastrointestinais e uterinos.

Prevenção
A ação mais simples paraprevenção da dengue é evitar o nascimento do mosquito, já que não existemvacinas ou medicamentos que combatam a doença.

A regra básica é não deixar aágua, principalmente limpa, parada em qualquer tipo de recipiente. Por isso, éimportante que a população colabore para interromper o ciclo de transmissão econtaminação. Em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.
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Distrito Federal registra 865 casos de dengue este ano

Número sobe para 1,3 mil, se considerados os pacientes quecontraíram a doença fora do DF

Por Carla Carolina e Talita Diniz

Samambaia é a cidade do DF commaior número de casos de dengue, seguida por Planaltina. Até agora, são 865casos confirmados no Distrito Federal. Segundo o coordenador de Controle ePrevenção da Dengue da Secretaria de Saúde, Ailton Domicio, nesse número estãoincluídos somente os casos com transmissão local.

Se forem considerados ospacientes que se contaminaram em outros estados, esse número passa de 1,3 mil.É possível verificar os dados no site www.saude.df.gov.br. No momento, não hádados disponíveis que apontem as localidades com mais focos do mosquito.

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Estudos mostram que a populaçãotem conhecimento sobre a doença, sua forma de transmissão e como o mosquito vetorse prolifera. As pessoas que já tiveram dengue ou conhecem alguém que jáadoeceu têm outra concepção e se previnem.

“A sociedade precisa compreenderque só é possível reduzir o problema dengue com a participação maciça dacomunidade. Este é o desafio de qualquer programa de dengue”, diz AiltonDomício.
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Hospital de Base atende 200% acima da capacidade, diz gerente do PS

Eduarda Bahouth

O Hospital de Base do Distrito Federal atende 200% a mais de pacientes em relação a sua capacidade, relata a gerente do pronto socorro, a médica Alessandra Sandrini. Na foto ao lado, há inúmeras macas quebradas e inservíveis. No mês passado, foram 11 mil atendimentos. Ela acrescenta que, por causa disso, o hospital sofre com a insuficiência de material para atender todos os pacientes. Ela justifica que a procura elevada pelo hospital ocorre porque chegam pacientes encaminhados de outras unidades que deveriam ser atendidos em postos de saúde.

Leia também: Três ONGs atuam no Hospital de Base

No mês de junho de 2011, o Hospital de Base fez o levantamento sobre quantos pacientes foram atendidos de acordo com a Classificação de Risco. O que se conclui é que apenas 1% dos pacientes atendidos no último mês se enquadra no quesito “Vermelho” que significa que o caso é emergencial e que casos classificados como “azul” são como consultas de baixa complexidade representam a maior parte de ocupação tanto de recurso quanto de espaço físico do hospital. 

Ela explicou que o hospital é classificado como “terciário” que atende preferencialmente problemas de alta complexidade. O Pronto Socorro conta com 94 leitos, com 50 médicos de plantão na parte da manhã e mais 30 no plantão da noite que atendem em média por dia 180 pacientes. A estrutura do hospital conta com 200 banheiros, 14 elevadores e 52 mil m² de área construída.

A médica relata que há uma falta de comunicação entre os centros médicos públicos que causam uma superlotação no HBDF, porque todos os casos, mesmo de pouca gravidade que poderiam ser tratados em Postos de Atendimentos são encaminhados sem prévio aviso para o hospital.



O HBDF decidiu adotar o sistema delume de pessoas dando entrada, o HBDF decidiu adotar  osistema de Classificação de Risco, que é uma forma de triagem. A triagem sempre ocorreu em serviços de urgência e emergência, segue, no entanto, a lógica da exclusão. “A expectativa de acesso rápido ao atendimento médico é crescente em nossa população, embora os Prontos Socorros (PS) não disponham de estrutura física, recursos humanos nem de equipamentos adequados para atendimento de tal demanda.”, disse a gerente da emergência.  
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