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Projeto busca auxiliar comunidades carentes por meio de inclusão digital


Por Luisa Ikemoto

 Uma iniciativa promete mudar a realidade das comunidades carentes do Distrito Federal a partir da inclusão digital. É essa a ideia da professora Adja Rego, uma das responsáveis por trazer para Brasília o projeto que nasceu no Rio de Janeiro há 15 anos. Ela conta que usa a informática como porta de entrada para ter acesso aos jovens das regiões mais carentes do DF. O programa funciona integralmente pelo próprio interesse da comunidade, que procura conforme as próprias necessidades. Para passar o conteúdo, professores especializados atuam na área com aulas de informática para a população.

Até mesmo o material é resultado de doações. Os computadores utilizados no projeto foram doados pelos próprias pessoas da cidade. A professora conta que na Estrutural as instalações usadas ficam em uma igreja. Com a estrutura montada, os professores reúnem-se com as turmas e escolhem um tema de interesse comum. A partir de então, os jovens aprendem a usar computadores e navegar na internet, o que resulta em uma melhora de autoestima, em uma formação mais completa, e em novas oportunidades para os envolvidos.

Os alunos formados viram monitores, e dessa forma, com a estrutura estabelecida e instrutores da própria comunidade, os professores podem se retirar e se concentrar em outras regiões administrativas. A iniciativa, que já chegou até a atuar em outros países da América Latina, passa agora por uma fase de reformulação.
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E-books surgem como meios eficientes para ampliar a busca pela informação

Por Raísa Nunes

Costuma- se dizer que o hábito da leitura diminuiu entre as novas gerações. Esta, por sua vez, pertence cada vez mais a uma sociedade ‘fluida’. O conceito do filósofo Zygmunt Bauman ajuda a compreender a diminuição do interesse por leituras mais aprofundadas ou oferecidas em meios já desgastados, como o jornal. Os estímulos são vários, o que dificulta a concentração em determinado objeto por muito tempo. Isso não é diferente com a informação, que também é afetada pela transição tecnológica. Dessa forma, os e-books podem ser um instrumento de influência para readaptação a leituras mais consistentes.

Hoje um mesmo aparelho possui múltiplas funções e uma delas é o suporte existente para livros, jornais e revistas eletrônicas. Esta pode ser uma maneira de estimular o hábito da leitura e da procura de informação por meio da praticidade de que esses recursos dispõem. A demanda é intensificada por uma oferta cada dia mais preparada para atender aos anseios do novo perfil do público. O crescente número de blogs e agências de notícias on-line explica essa tendência, onde a informação é apresentada de uma maneira não linear. Assim, o espectador não precisa percorrer os olhos por um texto inteiro para que a essência da informação seja capturada.

Para o jornalista e escritor Paulo Machado, a facilidade de acesso aos livros proporcionada pelo meio virtual possui boas vantagens. “Sem dúvida este é um fator positivo, mas a tecnologia por si só não faz novos leitores, e tampouco tem a capacidade de criar hábitos que não foram incentivados desde cedo”, afirma. As inovações tecnológicas dependem da maneira como são utilizadas. “Os usos dos e-books precisam estar associados à informatização das escolas e a políticas públicas de incentivo à leitura, caso contrário será apenas mais uma ferramenta na mão de quem não sabe usar”, explica Paulo. “Mais importante do que pensar em reabilitação é refletir sobre readaptação”, conclui o escritor.
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Professor diz ter fórmula para acelerar aprendizado de idiomas

O professor Dangelo Ciccarini, que estuda a física da linguagem, afirma que criou uma fórmula que aceleraria o aprendizado de idiomas estrangeiros. “Conhecendo a tabela, uma pessoa pode ficar pronta para viajar e falar uma outra língua entre dois e três meses”, garante.
Ele apresentará o método em uma palestra no UniCEUB, no auditório do Bloco 3, nesta quinta-feira, dia 15, às 19h30. O evento, que deve ser realizado no formato de audiência pública, tem a denominação de “Código da Linguagem Animal”.
“Quero desafiar a que os alunos e participantes da palestra tentem encontrar algum erro no método”. A fórmula foi, segundo ele, desenvolvida há sete anos, baseada em leituras de Aristóteles. Ciccarini é engenheiro, mas passou a estudar a linguagem. “A palavra é formada a partir de fórmulas”, pondera.
Agência de Notícias UniCEUB
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