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José Cruz alerta para a transparência dos gastos públicos nos Jogos Olímpicos de 2016

Por Yuri Freitas

O Esquina conversou com o jornalista José Cruz, especialista em política, economia e legislação do esporte. Ele falou sobre os rumos que o país deve tomar com a realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos em 2016, no Rio de Janeiro.

Para o especialista, existem problemas sérios a serem resolvidos pelo país com relação à transparência dos gastos públicos e à gerência do evento em si.

Cruz também citou os Jogos Panamericanos de 2007 na cidade do Rio, onde os órgãos de controle, segundo o jornalista, nada puderam fazer em relação ao descontrole dos custos e à arbitrariedade dos investimentos observados na ocasião.
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Governo aumenta tributos e preço de bebidas


Governo aumenta tributos e preço de bebidas

 Por Aline Santos e Danielle Rodrigues


            O aumento nos impostos das bebidas, anunciado pelo governo no final de maio (31/05), elevará os preços desses produtos para o consumidor. A cerveja terá acréscimo de 5,24% no bolso do contribuinte, e os refrigerantes poderão subir até 9,77%, segundo cálculos dos fabricantes.
Paulo Henrique, estudante de publicidade, afirma não se espantar com a novidade. “Até acho que o governo demorou para tomar essa decisão. Comprar um coca-cola apenas por R$ 3,00 num país com tantos impostos é um milagre. Mas confesso que fico triste pelo aumento da cerveja”, lamenta.
     A estudante de psicologia, Lívia Andrade, acredita que o aumento é válido se o dinheiro arrecadado for investido em campanhas de responsabilidade do uso do álcool. “Ninguém gosta do aumento nos impostos, mas as pessoas também não vão parar de beber por conta dele. É necessária uma boa campanha de cunho social que justifique tal atitude.”
          O economista Fabiano Bastos ressalta que a amplitude desse aumento não deverá trazer reflexos bruscos para o setor. “O marco de uma alteração dessa natureza dificilmente afasta os consumidores do mercado de bebidas. O lazer corresponde a uma fatia de mercado que não é tão sensível a mudanças nos preços como é o mercado imobiliário, de ações ou de vestuário. As retrações no consumo não estão associadas, em sua esmagadora maioria, às políticas de interdição ou de sobretaxa tributária.
Mas o economista faz uma ressalva: “Se o preço final das bebidas pesar muito no orçamento doméstico, o que não é o caso, talvez se crie uma leve tendência à retração no consumo”.




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Gasolina a R$1, 77 para conscientizar o consumidor sobre o custo da carga tributária


Por Renata Osório e Veltz Capone

Encarar uma extensa fila para abastecer apenas vinte litros de gasolina por automóvel. Foi o que fizeram cerca de 1,8 mil motoristas de Brasília, em um posto na 206 Norte, do início da manhã desta sexta-feira (25/05) até as 20h.
O posto aderiu ao Dia Nacional de Respeito ao Contribuinte eda Liberdade de Impostos e o único a participar pelo terceiro ano consecutivo da iniciativa.
O gerente do posto, conhecido como Tedeshi, afirmou que 30 mil litros de gasolina estavam disponíveis para os consumidores. “É importante que o consumidor não confunda este dia com promoção. Isso é um protesto, uma forma de conscientizar o cidadão, que se não fosse a alta carga de impostos, o valor do litro do combustível seria este, R$ 1,77.”
Perguntado sobre ser o único posto a aderir à campanha, ele justificou que foi ideia do sobrinho, que participa da Câmara dos Dirigentes Logistas Jovem (CDL Jovem), um espaço voltado para o desenvolvimento de jovens empresários, com espírito de liderança e empreendedorismo.

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Pesquisa revela que qualidade no ambiente de trabalho melhora desempenho dos funcionários

Uma pesquisa feita pela empresa de recursos humanos constatou que a maior motivação dos funcionários é ter um ambiente saudável e bom relacionamento com os colegas. O levantamento feito no ano passado ouviu mais de 40 mil executivos e também revelou que a felicidade no emprego gera ganhos entre a empresa, pois dessa forma a produtividade do funcionário aumenta.

Uma alternativa que visa a melhorar o ambiente de trabalho é a pratica de exercício físico. Esta alternativa já é utilizada por algumas instituições, como a Universidade de Brasília, o Ministério da Previdência Social e a Embrapa.

Leia também: Empresas oferecem prática de exercício físico para os funcionários

Passo a passo -
Segundo Marcelo Nascimento, professor de Educação Física da UnB, a atividade física pode evitar problemas de saúde dos funcionários. “O cansaço e esgotamento começa na mente e passa para o corpo e passa para o corpo. Isto pode se refletir em ganho de peso e a gordura prejudica a rotina da pessoa no dia a dia. O maior problema é que esse processo nem sempre é percebido, pois acontece gradativamente.”


Marcelo Nascimento afirma que a intenção da prática de exercício nas empresas não visa alterar toda uma estrutura de trabalho, mas apenas criar algumas condições de melhora na qualidade de vida do trabalhador. “O esporte é uma ferramenta de transformação quando bem utilizado e de objetivos claros.”
Por Luciana Amaral e Victor Barbosa - Jornal Esquina
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Empresas oferecem prática de exercício físico para funcionários

Com o objetivo de melhorar a qualidade no ambiente de trabalho empresas buscam inovações com a prática de esporte e exercícios. Segundo pesquisa feita por empresa de recursos humanos organizações vêm utilizando essas atividades para motivar os funcionários em suas empresas.

O Ministério da Previdência Social oferece aulas gratuitas de dança a seus funcionários de alguns setores, como a Ouvidora. Segundo Aline Jacques há algumas resistências dos funcionários no inicio dessas atividades, mas logo eles gostam das aulas. “Parece que são outras pessoas após alguns meses de aula. No início eles ficam tímidos em dançar de casal, mas depois se soltam.”

A Embrapa foi outra empresa, onde os funcionários se uniram para a prática de corrida de Kart. A corrida se tradicional para a empresa, foi criada a Copa Embrapa Cerrados de Kart. Desde 2008 há o campeonato se tornou famoso entre outras pessoas que não disputavam a corrida. Dário Dantas, um dos funcionários da Embrapa, afirma que as corridas começaram aos com poucos participantes, mas logo outros participaram do evento. “Surgiu, então, a ideia de se fazer a Copa aberta a todos os funcionários da Embrapa.”

O Programa Viva Bem UnB é outro exemplo dessa proposta de exercício físico nas organizações. O programa criado na Universidade de Brasília visa estimular a prática de exercícios entre todos os funcionários da UnB. Atualmente mais de 100 pessoas praticam alguns esportes oferecidos pelo Viva Bem. Entre alongamento, ginástica localizada, step,. Dança de salão e jiu-jitsu, o programa possui cerca de 20 profissionais na aérea de Nutrição, Fisioterapia e Educação Física.

Por Luciana Amaral e Victor Barbosa - Jornal Esquina
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Comércio espera aumento de 5% nas vendas para o Dia das Mães

Sindicato Varejista aposta no poder de compra das classes C e D
Por Danielle Rodrigues e Renata Osório


Talita comemora o HD comprado (Foto: Renata Osório)


As facilidades nas formas de pagamento, os juros baixos e o apelo públicitário estimulam o consumo voltado para a data que homenageia as mães. Este é um dos períodos  mais lucrativos para os lojistas,  segundo o Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal. A expectativa, segundo o Sindivarejista, é que as vendas cresçam 5% este ano, em relação ao ano anterior.
O maior impulso é dado pela entrada de novos consumidores. “O poder de compra das classes C e D têm garantido o bom consumo no varejo aqui no Distrito Federal”, disse o presidente do Sindivarejista/DF, Antônio Augusto de Moraes.
Talita Diniz estava na companhia da mãe, Eni Maria Diniz, no comércio da 305 sul, à procura de um presente que fosse a “cara da mãe”. As duas buscavam ofertas em informática . “Minha mãe, apesar dos 65 anos, é muito antenada. Vou investir no HD externo”, conta Talita.
De acordo com presidente do Sindivarejista, os setores de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, celulares e informática são os mais procurados.
A Federação do Comércio do Distrito Federal informou que o gasto médio dos presentes deve ficar em R$ 69.

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Crescimento econômico do Brasil é "instável", segundo pesquisa

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentou uma pesquisa nesta quinta-feira (15/03) que mostra instabilidade no desenvolvimento do país.

Para chegar a essa conclusão, os técnicos do órgão analisaram o Índice de Qualidade de Desenvolvimento (IQD) do Brasil, que mostra como os principais componentes do desenvolvimento econômico têm contribuído para o crescimento do país.
De acordo com dados do IBGE, do Banco Central, do Ipea e da FGV, o índice fechou o ano em 269,35 pontos, o que é considerado "instável" para o desenvolvimento.

Para compreender melhor o processo, é necessário analisar o comportamento dos subíndices que compõe o IQD, que são: o índice de desenvolvimento social, o índice de inserção externa e o índice de qualidade de crescimento (saiba mais sobre isso).
Em queda - O índice de desenvolvimento social apresentou um comportamento declinante ao longo de 2011. Esse comportamento se deu, segundo a pesquisa, por conta da taxa de desemprego ter aumentado ao longo do primeiro semestre do último ano. Mas acabou se estabilizando no meio do ano e só melhorou a partir de outubro.

Em relação ao índice de inserção externa, outro item mensurado, teve a influência da crise econômica europeia, momento considerado ruim para o desenvolvimento, com pontuações entre 209 e 216. O índice evoluiu para 256 pontos em outubro, contribuindo para a estabilidade do IQD, mas tornou a reduzir nos últimos dois meses do ano. De forma que em nenhum momento o índice saiu dessa zona de instabilidade.
No período de maior estabilidade, houve um  aumento do investimento estrangeiro direto ao longo de 2011. Outro motivo é a necessidade de elevação das reservas internacionais entre março e agosto. A marca negativa dominante foi dada pela renda líquida enviada ao exterior. O lucro, que poderia ter ficado no país, foi mandado para fora de casa.

Por fim, o índice de qualidade do crescimento, que apresentou um comportamento variável abriu o ano com 279 pontos, caiu para 245 pontos em março e se recuperou para 277 em agosto. Mas em outubro oscilou para a casa dos 240 pontos e fechou o ano em 251. Mais uma vez uma pontuação considerada instável para o desenvolvimento.

De acordo com o Ipea, essas altas e baixas do índice do crescimento ocorreram por causa das diferenças entre o capital que gira na economia e o que foi efetivamente produzido no mercado nacional.









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Entenda os índices levados em conta para avaliar o crescimento do país

Os dados de março do IPEA apontaram instabilidade no crescimento econômico do país. Para fazer a mensuração desses resultados, o órgão leva em conta componentes que entram na planilha de avaliação. Entenda o motivo da instabilidade. Saiba quais são esses índices:

Índice de Qualidade do Crescimento

Envolve o crescimento da formação bruta de capital fixo; o crescimento da produção de bens de consumo; a produção dos bens de consumo duráveis; produção de bens de consumo não duráveis; foco de queimadas no país e da emissão de carbono; a massa salarial e também aexpectativa dos empresários.
Índice de Qualidade de Inserção Externa

É composto pela exportação de bens manufaturados; pelo total das exportações; pelo investimento direto estrangeiro; o total dos investimentos estrangeiros no Brasil; os termos de troca; a renda líquida enviada ao exterior e, por fim, pelas reservas líquidas internacionais.
Índice de Qualidade do Bem-Estar ou de Desenvolvimento Social

Abrange a taxa de desemprego; as ocupações formais em relação ao total; a taxa de pobreza; a mobilidade social e a taxa de desigualdade de renda.

(Mariana Torres - Agência de Notícias CEUB, com dados do IPEA disponíveis em www.ipea.gov.br)
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Consultor propõe autoconhecimento para se ter sucesso profissional


Por Luísa Peleja
Estudante de jornalismo
Como em um espelho, enxergar os pontos fortes e fracos de si mesmo. Ao saber das limitações, saber como chegar aos resultados. Eis o que propõe o coaching ontológico que consiste em uma consultoria que auxilia na resolução de diferentes necessidades estratégicas em diversas áreas de empresas, com capacidade de gerar resultados concretos a curto e médio prazo. Na noite de terça (6), o consultor Judah Reis apresentou o tema para estudantes do UniCEUB.

Durante o encontro, foram divididas experiências e dicas de como obter sucesso no mercado de trabalho a partir do autoconhecimento. Segundo o palestrante, grandes empresas de todo o mundo já utilizam essa técnica e a tendência. Conforme explica, o autoconhecimento é cada vez mais exigido como condição fundamental para um candidato alcançar um cargo de gerência. “Chegamos a um momento em que só técnica não é suficiente. As pessoas precisam aprender a se relacionar e conhecer a si mesmo para alcançar um objetivo lá na frente”, disse.

Judah arriscou ainda dizer que o coaching vai acabar, “Não no sentido de que as pessoas não vão fazer mais coaching, mas essa atividade passará a ser obrigatória. Todas as pessoas que atuam em um nível gerencial têm que ter esse conhecimento para atuar nas suas áreas. O especialista irá perder lugar no mercado porque todo mundo deverá ter essa habilidade”.  Para o consultor, várias instituições até já adotaram o coaching como valor da empresa, “Hoje em dia as pessoas não sabem se relacionar. Elas só acham, mas não sabem o que está ao fundo dos relacionamentos. Saber disso torna a comunicação muito mais eficaz e produtiva”. A palestra fez parte de uma atividade promovida pela empresa júnior da universidade, a Projetos Consultoria Integrada.

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Planejamento de carreira é essencial
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Planejamento de carreira é o diferencial para sucesso no mercado, alertam especialistas

Por Eduardo Aiache
Estudante de jornalismo

“O que você vai ser quando crescer?". A pergunta , que costuma encantar crianças e assustar adolescentes e mesmo adultos feitos, não tem resposta simples. Seja como for, especialistas na área de recursos humanos defendem que o sucesso no mercado de trabalho pode estar ligado à capacidade do indivíduo de planejar com cuidado cada passo de uma carreira profissional, o que está longe de ser um exercício de futurologia.
 

“A pessoa deve organizar suas habilidades, listá-las e perceber como aperfeiçoá-las”, disse Carmem Cavalcanti, mestre em recursos humanos. Ela foi uma das palestrantes de evento realizado por alunos do UniCEUB nesta terça, dia 6. Para ela, que é diretora de uma empresa do setor, o jovem deve trabalhar em contínuo aprimoramento, organizar e ser crítico sobre pontos fortes e fracos. “Devemos  planejar nossa carreira como devemos fazer com nossa vida.

Outro palestrante foi o Presidente da Confederação de Empresas Juniores, Carlos Nepomuceno. Ele, que acredita que o estudante deve adquirir experiências durante os cursos, entende haver no país deficiência de especialização nas áreas de tecnologia, em muitas das consideradas profissões do futuro.

No mesmo sentido, o estudante de administração Marcelo Tagliari, presidente da empresa junior da universidade (a Projetos Consultoria Integrada), ratificou a importância da prática como necessidade. “Na empresa Junior, você anda coma bicicleta de rodinhas, a retira, cai, mas se levanta e aprende”.
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