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Corrida de rua é qualidade de vida no Distrito Federal

Por Thaís Valentim
 
Correr é um esporte bom para a saúde, excelente para a integração social e barato. A edição de abril de 2009 da revista Posiatividade afirma que o segundo esporte mais praticado pelos brasileiros não é o vôlei, nem o Basquete, muito menos a natação ou o ciclismo. Depois do “todo poderoso” futebol, o esporte mais praticado é a corrida. Ela é uma das modalidades esportivas mais praticadas. Em geral, as pessoas que iniciam a prática buscam obter qualidade de vida. Na medida em que o condicionamento melhora, a sensação de prazer e bem estar faz com que os novos praticantes passem a sentir a necessidade de correr todo o dia. “Eu corro cinco vezes por semana, e quando não tem jeito de ir treinar, me sinto muito ansioso, com uma sensação de que ficou faltando alguma coisa”, afirma o veterinário Cristiano Gomes, 36 anos, que corre há 10 anos na cidade.
 
Para o veterinário, Brasília é uma das melhores cidades do país para praticar corrida de rua. “O Parque da Cidade, a Água Mineral, o Parque Olhos d’Água, a Ermida Dom Bosco e o Eixão são ótimos lugares para se exercitar”, diz Cristiano, que afirma sempre variar os percursos. “O legal é que dessa forma não dá para ficar entediado”, completa. Apesar de anos de corrida, Cristiano não costuma participar de provas de rua. “Não me inscrevo porque o que eu busco é somente ficar em harmonia comigo mesmo, e isso já consigo ao treinar”.
 
A sociedade civil Corredores de Rua do Distrito Federal (Cordf) foi fundada em dezembro de 1998 com o objetivo de reunir o maior número de participantes de corrida de rua, caminhada e marcha atlética. O presidente Raimundo Nonato Bentes Martins pratica atividade física desde criança e, quando se tornou militar do exército, desenvolveu uma verdadeira paixão pelo condicionamento físico. Há 10 em Brasília, Bentes começou a correr com mais frequência. Segundo Bentes, de cinco anos pra cá, o número de corredores no DF cresceu consideravelmente. “Geralmente as pessoas ingressam na modalidade em busca de qualidade de vida. É como se fosse uma válvula propulsora que tira elas dos problemas do dia a dia”, considera o presidente.
 
Para a Cordf, o futuro do esporte no Distrito Federal é muito promissor. No entanto, segundo Bentes, as provas de pista não podem ser esquecidas e o esporte não pode ser elitizado. “Tem muitos promotores de eventos que organizam provas só para ganhar dinheiro. Isso é perigoso porque existem vários atletas que se destacam nos 10 mil metros e não tem condições de pagar R$ 70 em uma inscrição. Temos que pegar esses meninos da periferia e motiva-los a praticar o atletismo”, declara o presidente, que sonha alto. “Quem sabe daí não surge um campeão? O atletismo é muito democrático. Basta um tênis e um local para começar. A corrida de rua é que está dentro do atletismo, e não o contrário”, finaliza Bentes.
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Ceilândia, uma cidade esportiva

Por Marquezan Araújo
Em busca de incentivar a prática esportiva na Ceilândia, o 8° Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (BPMDF), criou há dez anos uma espécie de escolinha voltada para crianças e adolescentes, com espaço reservado para futsal e judô. Um dos objetivos era entreter as crianças para tirá-las das ruas, explica o soldado Átila Cruz, professor de futsal. “Tentamos trazer a comunidade para perto da polícia a fim de que ela se sinta mais segura. Queremos também ocupar a criança para afastá-la das drogas e da violência”, ressalta o oficial.
A dona de casa e mãe de um dos alunos, Miriam Francisca, garante que a ideia tem dado certo. “É ótimo, pois tira as crianças da rua. A minha filha e a minha sobrinha deixam de fazer qualquer coisa para treinar, e têm levado muito a sério”, garante Miriam.
O segundo sargento da PM e professor de judô da escolinha, Paulo Roberto, revela que a punição para alunos indisciplinados, tanto na escola como nas aulas disponibilizadas no Batalhão, é bem severa. Em casos mais graves o aluno chega a ser afastado de vez da escolinha. “A gente tenta primeiro com o diálogo, mas se não resolver o problema, o aluno é afastado dos treinos e perde a vaga”, explica o militar.
Os alunos que apresentam um bom rendimento nos treinos têm a oportunidade de participar de algumas competições. Orgulhoso, Paulo Roberto afirma que as crianças foram premiadas em todos os campeonatos que participaram. “Algumas vezes tivemos até 100% de aproveitamento com primeiro, segundo e terceiro lugar, no mesmo campeonato”, diz o segundo sargento. Os que se destacam no futsal são levados para treinar em um time que participa de campeonatos regionais.
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Corrida em parque ecológico reúne atletas e amantes da natureza

Por Sussane Martins

O Parque Ecológico Ermida Dom Bosco foi cenário neste ano do 6º Circuito Cross – Parques. A competição, promovida em parceria com o Instituto Brasil Adentro, buscou mostrar a importância da interação dos participantes com a natureza por meio de atividade esportiva. O evento mobilizou não somente os atletas competidores, mas também os usuários do parque, que tiveram a oportunidade de assistir e praticar aulas de ginástica.

As inscrições foram gratuitas mediante a doação de 5kg de alimentos não perecíveis. Os competidores receberam um kit de corrida completo, com camiseta, lanche, hidratação e cronometragem. Para animar o público, a banda de percussão Maria Vai Casoutras tocou alguns dos próprios sucessos nas largadas e chegadas dos atletas.

O Distrito Federal possui 26 parques estaduais administrados pelo GDF, com urbanismo e infraestrutura. Em grande maioria, são abertos ao público em geral e alguns deles realizam o Circuito Cross Parques, que visa promover e incentivar a visitação pública. Eles têm como objetivo principal interagir e orientar as comunidades vizinhas a utilizarem as reservas como espaço de lazer de forma ambientalmente correta.
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Em busca do quarto título

Por Cecilia Sóter


A Liga Nacional de Basquete (LNB) divulgou neste mês a tabela de jogos da fase classificatória da quinta edição do Novo Basquete Brasil (NBB), temporada 2012/2013. O primeiro jogo acontecerá no dia 24 de novembro, entre as equipes Vivo/Franca e UniCEUB/BRB, em São Paulo.

Diferente das temporadas anteriores, que contavam com quinze equipes, a nova edição do NBB contará com dezoito times. Além do Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina e Ceará terão representes na disputa do campeonato.

O time de Brasília, atual campeão, busca o quarto título do torneio, o quinto nacional.  Dentre as novidades, destaca-se a contratação do ala-armador norte-americano Danilo Pinnock, primeiro estrangeiro a integrar o time, e o armador Isaac Rafael, que jogava no Vila Velha. O UniCEUB/BRB estreia em casa no dia 29 de novembro, no Ginásio da ASCEB, que atualmente recebeu piso e tabelas novos.
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Evento traz cinema e outras artes para pista de skate no Distrito Federal

Por Mariana Fernandes

O grupo Radicais livres S/A, em parceria com o coletivo Muruá, traz cultura e arte para o Skate Park de São Sebastião, no Distrito Federal. O evento faz parte do Sarau Radical Livre, que ocorre praticamente todos os meses e este ano contou com uma mostra de cinema com diversos vídeos curtas-metragens de artistas brasilienses, além de shows e poesias. Em setembro, o evento reuniu mais de sete tipos de arte, Além dos filmes que representaram a mostra, pequenos clipes da performance dos skatistas foram exibidos à plateia.

 Como em eventos anteriores, artistas locais tiveram a oportunidade de se apresentar. Bandas de rock e de rap tocaram enquanto artistas divulgavam poesias de vários estilos para efetivar o desejo de misturar estilos e promover a diversidade cultural. A música foi representada pelo grupo de rap Dialeto Crew. Já o rock ficou por conta da banda Recalcitrantes. Na poesia, o Saurau Radical recebeu a literatura de cordel e causos do poeta Ruiter Lima, a fim de resgatar as raízes nordestinas que também existem no Distrito Federal. Para completar, nas artes plásticas, Maurício Faria e Fabrício Murback fizeram pinturas ao vivo e graffiti para o público.

O Sarau

De acordo com Vinícius Borba, poeta e produtor cultural do evento, o grupo Radicais Livres surgiu em 2003 com a necessidade de dar espaço para os artistas locais. “Faltava dinheiro, força e até mesmo auto-estima para que eles pudessem chegar aos palcos”, ressalta. Vinícius, junto com o grupo, já roda Brasília há nove anos para reunir diferentes artes e divulgar os artistas, em busca de devolver o interesse da população para a cultura local. “O Sarau é para a comunidade e objetiva democratizar a arte nas periferias do Distrito Federal”, completa.

Os eventos são organizados pelos voluntários do grupo e os artistas se reúnem para a produção de grandes misturas de estilos. Os saraus já acorreram em praticamente todas as regiões administrativas do Distrito Federal, além de Piauí, São Paulo e Goiânia. Os poetas radicais livres já realizaram espetáculos para a Feira do Livro de Brasília e para seis saraus simultâneos na programação do Brasília Outros 50, em 2010.

O grupo é formado por aproximadamente 15 pessoas, entre artistas e apreciadores que se mobilizam por meio de redes sociais. Em geral, são moradores de São Sebastião que buscam a diversidade de apresentações culturais. “Buscamos espaço para outras artes que, normalmente, não tem voz em Brasília, seja pelo preconceito ou pela falta de apoio estatal,” diz Vinícius.
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Escalada vira paixão para brasilienses que gostam de se exercitar

Por Raisa Nunes



Boulders, vias, regletes, crashs, magnésio e mosquetões. Essas são as palavras mais conhecidas do vocabulário dos esportistas apaixonados por escalada. O esporte que cada vez mais ganha espaço em Brasília é considerado pelos praticantes uma filosofia de vida. Além de exercitar força, equilíbrio e elasticidade, o desenvolvimento motor de cada músculo do corpo também é trabalhado.

Os chamados “boulders” são uma modalidade de escalada em blocos de pedra baixos, com até sete metros de altura. Sem cordas, a única segurança são os “Crashs Pads” – colchões de espuma especialmente desenvolvidos para este propósito – que são posicionados na base da pedra. A segurança de corpo também é feita com a ajuda de um colega que apara a queda, a fim de direcionar o escalador aos crachs. Para evitar o suor nas mãos e, consequentemente que elas escorreguem, eles utilizam o pó de magnésio.

A altura vai bem mais além quando se fala em “vias esportivas”. São pedras acima de 10 metros que alcançar paredões até 70 vezes maiores. Dessa forma, os equipamentos de proteção são indispensáveis. Os mosquetões – anéis metálicos – são usados para o auxílio de cordas e cadeirinhas. Segundo Gabriel Bello, empresário e estudante de ciências da computação, a prática da modalidade de vias é feita somente em duplas, onde um faz a segurança do outro.

A assistente administrativa Fabíola Xavier, 28 anos, reforça que é necessário estar em vigia. “Por ser um esporte radical, a segurança é fundamental tanto nos equipamentos quanto da pessoa que auxilia o escalador”, afirma. Escaladora há sete anos, Fabíola conta que a quantidade de mulheres praticantes do esporte tem aumentado significativamente. “A escalada vem se tornado cada vez mais popular e, consequentemente, aumenta o número de mulheres praticantes. No entanto, ainda é pequeno em relaçao ao público masculino”, explica. 

A consciência ambiental também é necessária para os escaladores que querem alcançar o topo da pedra. Normalmente os lugares mais procurados por eles estão em meio ao cerrado. “O local onde se pratica o esporte muitas vezes é completamente selvagem e pouco visitado pelo homem, exigindo assim que tenhamos respeito e cautela, degradando o mínimo possível para não prejudicar a fauna e flora nativa”, afirma Gabriel Bello.
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Cruzeiro e Gama duelam pelo título do Candanguinho 2012

Por Rafael Lopes

Na quarta-feira (22/8), Gama e Cruzeiro empataram em 3 a 3 no primeiro jogo das finais do Campeonato Candango Juniores 2012. O jogo foi realizado no estádio Bezerrão com aproximadamente mil torcedores, um bom número para jogos de divisão de base.

Com o resultado, o Carcará jogará pelo empate no próximo sábado para ficar com o título.

O campeonato ficou parado por dois meses devido a um imbróglio judicial envolvendo uma possível escalação irregular de um jogador do Gama.

A final será uma reedição do Candaguinho 2011 quando os dois times chegaram à final, tendo o Gama como campeão. As duas equipes já estão automaticamente classificadas para a disputa da Taça São Paulo de Futebol Junior de 2013.

Para a partida decisiva, o técnico Binha, do Cruzeiro, não poderá contar com o lateral Lucas, expulso no jogo de ida. Já o Gama terá o retorno do atacante Daniel Guerreiro, suspenso na última partida.

O jogo será realizado no sábado (25/08) às 15h30, no estádio do Cruzeiro, situado na Quadra 609 do Cruzeiro Novo.


Crédito da foto: Nur Omar/Blogama
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José Cruz alerta para a transparência dos gastos públicos nos Jogos Olímpicos de 2016

Por Yuri Freitas

O Esquina conversou com o jornalista José Cruz, especialista em política, economia e legislação do esporte. Ele falou sobre os rumos que o país deve tomar com a realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos em 2016, no Rio de Janeiro.

Para o especialista, existem problemas sérios a serem resolvidos pelo país com relação à transparência dos gastos públicos e à gerência do evento em si.

Cruz também citou os Jogos Panamericanos de 2007 na cidade do Rio, onde os órgãos de controle, segundo o jornalista, nada puderam fazer em relação ao descontrole dos custos e à arbitrariedade dos investimentos observados na ocasião.
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Primeira partida das semifinais entre Brasília UniCEUB/BRB e Pinheiros de SP

Oito mil torcedores foram ao Ginásio Nilson Nelson na partida que marca a disputa por vaga na final do Novo Basquete Brasil (NBB)

Gabriela Vogado e Valentim Viana

UniCEUB/BRB recebe Pinheiros
Foto por: Larissa Coelho
Na noite desta sexta-feira, o Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, recebe a primeira partida das semifinais do NBB. O UniCEUB/BRB iniciou a partida com o seguinte quinteto: Arthur-04, Alex-10, Giovannoni-12, Nezinho-23 e Lucas Tischer-99. A equipe do Pinheiros contou com Figueroa-07, Marquinhos-11, Olivinha-16, Fiorotto-21 e Shamell-24.
Ao se reunirem no centro da quadra antes da partida os jogadores do UniCEUB/BRB pareciam estar animados. Além da possibilidade de chegar à final pelo quarto ano consecutivo, a convocação dos jogadores Alex, Guilherme Giovannoni e Ronald para a seleção olímpica deram um ânimo extra ao time. Já o time paulista luta para conseguir chegar pela segunda vez nas semifinais.
O placar eletrônico não funcionou no primeiro tempo devido a problemas técnicos, o que dificultou para os dois times, que não conseguiam visualizar o tempo da partida. Houve um grande equilíbrio entre as equipes e o placar terminou empatado em 16 a 16.
O destaque no time da casa foi o jogador Nezinho, com ótimo aproveitamento nas bolas de três pontos. A equipe do Pinheiros foi bem tanto nos rebotes ofensivos quanto defensivos, porém reclamou bastante da arbitragem.
O segundo quarto do jogo iniciou com o placar empatado em 16 pontos. Não houve folga em nenhum minuto. Os dois times seguiram com a marcação pesada, com diferença máxima de cinco pontos em quadra.
O primeiro tempo foi marcado pelos cestinhas Olivinha, Pinheiros, com 15 pontos e Alex, UniCEUB/BRB, com dez pontos. O placar final marcou 41 a 38 pontos a favor do UniCEUB.




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Mais de três mil homens se revezam em turnos de seis horas no estádio de Brasília


Com mais de 58% de obras concluídas, o Estádio Nacional de Brasília, caminha para cumprir os prazos estipulados no começo das obras e ficar pronto até o fim de 2012. Os operários, que hoje, trabalham no estádio vieram de todo o Brasil, em busca de oportunidade e uma vida melhor na capital federal.

Kléber Alves, de 25 anos e Edílson Ney, 28 anos, vieram de Belém - PA, quando souberam das inscrições para ajudantes de obra no Estádio Nacional. Com apenas as passagens de ida, ficaram mais de trinta horas dentro de um ônibus até desembarcar em Brasília, ou como eles mesmos disseram, o lugar para recomeçar.

“Nós temos família no Pará, somos amigos à quase dez anos. Deixamos pai, mãe, amigos, namoradas, para realizar nosso sonho”, afirmou Kléber. Para Edílson, apaixonado pelo o seu Paysandu, time do Pará, trabalhar na construção do estádio, significa muito mais. “Só de pensar que grandes craques de todo o mundo jogarão aqui, já é uma satisfação”, disse o operário.

Trabalho dia e noite

Cada pessoa que trabalha na obra ganha entre R$ 450,00 e R$ 1.000,00 reais. Todos têm carteira assinada e moram em regiões administrativas do Distrito Federal. Douglas Xavier, de 40 anos, veio de Belo Horizonte e se tornou mestre de obras. Hoje ele mora em Águas Lindas de Goiás.

“Todos os dias levanto cedo, pego o ônibus, me junto a outros colegas que moram próximo a mim e vamos para o estádio”, explicou o operário que trabalha em dois turnos.

O Estádio Mané Garrincha foi inaugurado em 1974 e desde 2010 está em reforma para dar lugar ao Estádio Nacional de Brasília. O antigo estádio era menor e tinha capacidade de receber apenas 42.200 espectadores, ao contrário do novo estádio, que poderá receber até 70.042 torcedores.

O novo estádio tem o selo Leed Platinum. Ele é reconhecido internacionalmente e garante que a construção é altamente sustentável. O conceito de arena verde começou ainda na criação do projeto do Mané Garrincha. Na construção são usados materiais recicláveis ou reciclados.

Por Rafael Cadengue
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Clube de atletismo recupera jovens através do esporte

Jéssica Alves da Paz treina salto a distância
O Clube de Atletismo de Sobradinho pode não colecionar títulos ou ter o nome estampado em manchetes, mas já conseguiu vitórias que não podem ser mensuradas. Pelo esporte, jovens da periferia correm e saltam para alterar a própria realidade.

            O treinador João Sena criou o Clube de Atletismo de Sobradinho, o CASO, por meio de doações. O clube recebe gratuitamente qualquer pessoa e o grande público é formados por jovens e crianças de comunidades carentes de Sobradinho, os maiores beneficiados pelo lugar. “Já vi muitos meninos mudarem realmente”. Ele lembra que vários garotos que chegaram ao local eram envolvidos com o tráfico de drogas.

O grande objetivo não é só formar um atleta, como afirma Gianetti Sena, esposa do fundador. “O mais importante não é ser um grande campeão porque infelizmente são só três lugares no pódio e são cem pessoas tentando esses três lugares. Você tem que formar pessoas que acreditam no potencial delas”, diz.

Uma das jovens que agarrou essa oportunidade foi Jéssica Alvesda Paz, 16 anos. Corredora há oito anos, fala da diferença de estar treinando ou estar em casa. “Porque lá onde eu moro muita gente vive assim no mundo das drogas e eu já estaria envolvida se não tivesse esse estádio aqui”, declara.









Foto, Gabrielle Vieira
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Cem mulheres trabalham nas obras do Mané garrincha


O Estádio Nacional de Brasília emprega muitos funcionários, e entre eles algumas mulheres. Ainda são poucas, mas a presença delas tem feito diferença no trabalho, como é o caso de Maria Rita.

A operária veio do Piauí a um ano e tenta a sorte em Brasília. Ela afirma que mesmo em minoria, suas colegas de trabalho se empenham da mesma forma que os homens e sonham alto. “Somos poucas, porém nossa parcela de contribuição”, contou.
Leia mais sobre operários na obra do Mané Garrincha

Ela mora no bairro da Estrutural e pega ônibus todos os dias para chegar ao estádio. Seu trabalho é na limpeza do estádio. “Muitos consideram o nosso serviço simples, mas os nossos colegas que trabalham na fuselagem e na construção pesada mesmo sabe o quanto é difícil organizar tudo”, garante a Piauiense.

Maria Rita revelou que não entende muito de futebol, mas que está ansiosa para assistir as partidas. “Quem não quer ver um jogo de Copa do Mundo, principalmente em um estádio que nos erguemos”, completou.

Nome do estádio gera polêmica

A comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados enviou uma moção ao governador do DF, Agnelo Queiroz, protestando pela alteração no nome do Estádio. De acordo com o presidente da comissão, Jonas Donizette, do PSB-SP, trocar o nome do estádio seria um erro.
“Isso é desfazer uma homenagem histórica a um dos principais atletas do futebol brasileiro e mundial”, explicou.

Até agora nada foi resolvido e o empasse continua. O Estádio Nacional de Brasília deve ficar pronto no fim de 2012.

Por Rafael Cadengue - Jornal Esquina
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Polícia Militar do DF oferece tratamento de equoterapia


O Regimento de Polícia Montada (RPMon) oferece sessões gratuitas
Por Gabriela Sant'Anna

Fisioterapeuta Andréia Belo com aluna
A Polícia Militar do Distrito Federal oferece, desde 1993, aulas de equoterapiapara pessoas carentes ou que não podem pagar pelo tratamento. O centro conta com doze profissionais, todas mulheres, nas áreas de educação física, psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, arte educação e pedagogia.

Os pacientes dão início ao tratamento depois de um estudo de caso feito pela equipe interdisciplinar do centro. “A partir daí é definido o planejamento de atendimento semestral, com as propostas feitas de acordo com a patologia de cada praticante”, diz Andréia Belo, fisioterapeuta do centro. As aulas têm duração de trinta minutos e são elaboradas individualmente para cada paciente.

Existe uma lista de espera com duzentas e cinquenta e uma pessoas e quem entra na fila aguarda em torno de dois anos. A demora ocorre porque o aluno que entra tem direito a atendimento durante dois anos. Ao final desse período, ele é desligado e volta para o final da fila, para que outros inscritos tenham oportunidade de desfrutar do serviço.
Aos interessados, para inscrever-se é preciso ir pessoalmente ao RPMon, localizado no Riacho Fundo, BR 060, e preencher a ficha com dados pessoais do paciente. O comandante do Regimento é o Tenente Coronel Fernando D’Austria e Caravellas Filho.


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Entenda como funciona a equoterapia


Terapia que utiliza cavalos é indicada para tratamento de deficiência
Por Gabriela Sant'Anna e Vivian Azeredo

Equoterapia é um método terapêutico interdisciplinar e educacional que utiliza o cavalo para promover o desenvolvimento biopsicossocial da pessoa com deficiência, segundo a Associação Nacional de Equoterapia - ANDE-Brasil. O método é indicado para crianças a partir de três anos e adultos, sem limite de idade. O tratamento tem maior eficácia em pessoas portadoras de sequelas motoras e neurológicas.

Lara Resende, de onze anos, monta desde os quatro e a mãe garante os benefícios das aulas. “Minha filha não andava antes de começar a equoterapia, depois de quatro meses montando, ela começou a dar os primeiros passos. Os efeitos foram muito rápidos”, afirma a funcionária pública Nava Resende. Lara é portadora da Síndrome de Kabuki, uma doença rara que afeta tanto a parte neurológia quanto física do corpo.

A prática ajuda na autoestima e autoconfiança do paciente, além do equilíbrio, coordenação motora, controle postural e melhoras no aprendizado. “Acreditamos hoje que a equoterapia lúdica ajude a criança a aprender com motivação e sem a obrigação de uma sala de aula”, diz Vera Regina Ângelo, pedagoga.

Outro aspecto muito importante é o da inserção do paciente na sociedade. Pelo fato de a terapia ser dada em ambientes diferentes, o praticante fica mais aberto à socialização e aceita contato com outras pessoas, buscando a integração com a escola de equitação e com o mundo.
No Distrito Federal, existem cinco centros filiados à ANDE-Brasil. Os contatos podem ser encontrados no site da Associação.






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Psicoterapia ajuda atletas a lidar com estresse em competições

Por Elaine Andrade

Em entrevista, a psicóloga esportiva Mariana Moura contou um pouco sobre o tratamento do estresse de atletas com  psicoterapia. A profissional atua na área há três anos e já foi terapeuta do time de basquete UniCeub/BRB.

Esquina: O que faz um psicólogo esportivo?

Mariana Moura: nossa atuação junto ao atleta busca promoção da excelência do atleta como um todo. Consiste em ensinar algumas técnicas e estratégias mentais, psicológicas para que seu desempenho seja o melhor possível, bem como trabalhar com emoções e sentimentos envolvidos com o esporte.

Esquina: Que tipo de benefícios a psicologia esportiva pode trazer para o atleta e para o time como um todo?

Mariana Moura: Bom, isso se resume bastante na motivação do atleta. Trabalhamos com o por que o atleta está jogando, por que ele resolveu fazer disso uma profissão. A psicologia do esporte entra com o intuito de melhorar essa motivação e trabalha para que o atleta esteja sempre motivado com sua prática, tanto no âmbito do esporte profissional como na seara do esporte amador.

Esquina: Que tipo de dificuldades você já encontrou nos atletas com quem já trabalhou?

Mariana Moura: As dificuldades da prática esportiva variam de acordo com a faixa etária. Em atletas adolescentes encontramos um quadro de ansiedade muito mais acentuado. A vontade desses atletas em entrar em uma seleção profissional, por exemplo, gera bastante ansiedade. Com adultos encontramos, na maioria das vezes, um quadro de agressividade até mesmo pelo porte físico, que o favorece bastante.

Esquina: O que pode gerar estresse?

Mariana Moura: Normalmente, a busca por um contrato melhor, ou saber que naquele jogo há um ´olheiro`, pessoas que avaliam o desempenho dos jogadores com possibilidade de ascensão na carreira, tudo isso podeser um fator desencadeante de estresse para o atleta.

Esquina:Será que o atleta de hoje está mais vulnerável a esse estresse pelos contratos milionários e ampla divulgação da sua atuaçãomuitas vezes no país e no mundo?

Mariana Moura: Com certeza. Às vezes uma briga em família ou com a namorada ou namorado, às vezes uma dívida, problemas pessoais, enfim, podem levar o atleta a ter seu desempenho comprometido. Por isso o acompanhamento psicológico voltado para o esporte é fundamental não apenas após uma crise, mas antes e durante. O acompanhamento ajuda o atleta a manter o foco mesmo nas situações adversas.

Esquina: Você é a favor daquelas longas concentrações dos jogadores longe da família, como acontece com os jogadores de futebol?

Mariana Moura: Em termos. Não vejo necessidade de os atletas ficarem dois ou mais dias concentrados em hotéis longe de tudo, inclusive daquilo que gostam de fazer, pois é muito possível que isso já gere um estresse. Mas considero muito importante que algumas horas antes do jogo os atletas estejam juntos e com a comissão técnica, até para que algumas intervenções sejam feitas. É importante prezar a presença do grupo como um todo, que consigam trabalhar juntos e ter como objetivo ganhar aquele determinado jogo.

Esquina: Pode acontecer de um único atleta com problemas, seja físico ou psicológico, passar essa dificuldade para todo o time?

Mariana Moura: Com certeza, por isso a atuação do psicólogo com o grupo ecom o indivíduo é tão importante. A busca pela sintonia é sempre muito importante para que o desempenho do grupo e do indivíduo seja sempre a melhor.

Esquina:Como funciona o atendimento psicológico?

Mariana Moura: É importante que o atleta seja atendido no mínimo uma vezpor semana em sessões de 50 a 60 minutos. Os atendimentos coletivos também têm que ser com periodicidade. O individual e o coletivo sempre têm que ser trabalhados na busca pelo bom desempenho do time.
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Atletas têm alto nível de estresse em competições

Por Elaine Andrade

Estudo comprova que competições esportivas são fontes importantes de estresse para atletas, qualquer que seja o nível do competidor. A pesquisa do professor da Universidade de São Paulo (USP) Dante de Rose Junior mostrou que esse estresse pode influenciar bastante o desempenho do profissional caso não haja um trabalho específico para reduzir o impacto da pressão ao atleta.

Para a jogadora profissional de vôlei de praia Giscele Campos,  o estresse é fator comum em sua rotina. Aos 32 anos, Giscele compete desde os 13 em circuitos interescolares e interestaduais em vôlei de quadra e há seis meses profissionalizou-se em vôlei de areia. “Nós nos acostumamos ao estresse, inclusive, ele também é gerado por uma cobrança não apenas do técnico, mas nossa”, explica a atleta.

Além do fator psicológico, Giscele conta que o cansaço físico e a falta de sono também são fontes de preocupação. “Muitas vezes competimos em outras cidades e o voo atrasa ou temos que viajar em um horário difícil. No dia seguinte temos que treinar ou competir”, afirmou.

Segundo a psicóloga esportiva Mariana Moura, a terapia do atleta e do time pode ajudar a reduzir os níveis de estresse e ansiedade. “O acompanhamento psicológico voltado para o esporte é fundamental não apenas após uma crise, mas antes e durante. O acompanhamento ajuda o atleta a manter o foco mesmo nas situações adversas”, salientou Mariana. Confira a entrevista com a psicóloga na íntegra.
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Futebol candango - Alan George substitui Augusto César no comando técnico do Gama

Augusto César não resistiu ao mau resultado na última rodada da primeira fase do Candangão. Após a derrota por 1 a 0 pro Luziânia dentro de casa o ex-lateral esquerdo, e o auxiliar Glauber Ramos foram demitidos do comando do alviverde. Quem chega para colocar o time em campo em campo é Allan George, ex-auxiliar técnico de Heriberto da Cunha. Heriberto está atualmente no Asa de Arapiraca/AL. Allan se apresenta amanhã no CT Ninho do Periquito, no Gama às 16 horas.

O treinador estava no alviverde desde o início da pré-temporada e participou da montagem do elenco no início de janeiro. O Gama foi a segunda equipe profissional que Augusto comandou, a primeira foi o Botafogo-DF, em 2011. Antes disso, o técnico já havia treinado a equipe juniores do Gama.

O primeiro desafio do novo técnico do alviverde é contra o Sobradinho no estádio Bezerrão em dia e horário a serem definidos, o jogo é válido pela Taça João Saldanha. O torneio é disputados pelos times não classificados para a semifinal do primeiro turno do Candangão.
O treinador estava no alviverde desde o início da pré-temporada e participou da montagem do elenco no início de janeiro. O Gama foi a segunda equipe profissional que Augusto comandou, a primeira foi o Botafogo-DF, em 2011. Antes disso, o técnico já havia treinado a equipe juniores do Gama.
Quem chega para colocar o time em campo em campo é Allan George, ex-auxiliar técnico de Heriberto da Cunha. Heriberto está atualmente no Asa de Arapiraca/AL. Allan se apresenta amanhã no CT Ninho do Periquito, no Gama às 16 horas.

O primeiro desafio do novo técnico do alviverde é contra o Sobradinho no estádio Bezerrão em dia e horário a serem definidos, o jogo é válido pela Taça João Saldanha. O torneio é disputados pelos times não classificados para a semifinal do primeiro turno do Candangão.

Por Sérgio Vinícius - Agência de Notícias UniCEUB
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Destaque do Gama diz que telefone não para de tocar. "Tenho muitas propostas para sair", garante

Com apenas 20 anos de idade, ele já é destaque nacional no futebol. Ganhou notoriedade graças a um drible no jogo contra o Ceará no dia 7, pela Copa do Brasil. O atacante Kelvin joga na Sociedade Esportiva do Gama, clube que tenta classificar-se para a série D do futebol nacional pelo Campeonato Brasiliense. Kelvin vive dias de glória. Em apenas dois jogos despontou e já é assediado por clubes da série A.

Do anonimato no ataque do Gama e um salário de aproximadamente R$ 1000, Kelvin passou a ser o desejo de vários empresários esportivos. "Meu telefone não para de tocar, ficou até uma coisa chata. Eu estava com medo de atrapalhar no meu rendimento no Gama, meu pai passou a cuidar dessa parte", explicou. "

Com tanto assédio Kelvin diz vai lutar pelos seus sonhos. "No meio do ano já espero fechar com algum outro time", afirma. Um dos desejos do atacante, embora hoje pareça muito distante, é ser convocado para a Seleção Brasileira. "Vou jogar a Copa, você vai ver. Fiz uma promessa e nela tem esse objetivo".


(Texto e foto: Sérgio Vinícius - Agência de Notícias CEUB)
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Editora da Globo quer priorizar esportes amadores, mas "termômetro é a audiência", afirma

Valorizar esportes amadores locais. Essa é a proposta da editora-chefe do programada Globo Esporte DF, Camila Valadares. “Por entrar no ramo do jornalismo esportivo meio desacreditada, acabei me dedicando mais aos esportes amadores”, disse.
Desde que entrou para o ramo do telejornal esportivo, em 2007, Camila diz que resolveu inovar na fórmula do jornalismo nos esportes: o toque social foi o segredo. “A gente entende isso como uma mola, há retorno. As pessoas têm espaço na TV com simples jogos de dardos, dominó ou levantamento de copos, e não só com futebol”, defendeu.

A editora-chefe assumiu, entretanto, que a nova proposta se fez presente porque as pautas muitas vezes faltam. O futebol de Brasília não tem fama, como o do Rio ou o de São Paulo. De acordo com ela, o que acaba pautando é a audiência. “Eu trabalho em uma empresa que quer dinheiro, audiência e telespectador. O termômetro é a audiência”, afirmou Camila.

(Por Natália Godoy - Agência de Notícias CEUB)
Foto: Rosinha Martins
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UniCEUB vence o Vila Velha em "ensaio" para a estreia na Liga das Américas

À procura de conquistar mais torcedores com o projeto Jogo Itinerante, o UniCEUB/BRB jogou contra o lanterna Vila Velha/Garoto/BMG, no ginásio do Cruzeiro, e venceu a partida por 81 a 66 nesta terça-feira (13/3). O ala/pivô Guilherme Giovannoni foi o cestinha, com 24 pontos. Agora o time dá uma pequena pausa no NBB e viaja para São Paulo, onde iniciará a busca pelo bicampeonato da Liga das Américas, em estreia contra o Quimsa, da Argentina, nessa sexta-feira (16/3). No sábado (17/3), a partida será contra o Itabom/Bauru. A maratona de jogos fecha no domingo (18/3), contra o Leones de Quilpue, do Chile.

Por conta do resultado, o UniCEUB/BRB está em segundo lugar na classificação geral, empatado com o São José. Foi a 18ª vitória em 24 jogos, sendo esta a nona consecutiva, igualando assim o próprio recorde da temporada 2008/2009. Já o Vila Velha/Garoto/BMG ainda segue na última colocação, com apenas uma vitória em 25 partidas.
A partida começou lenta, com as duas equipes errando muitos arremessos e desatentas a alguns rebotes. Mas com o apoio dado pela torcida, o time da casa não demorou muito a se impor e venceu o primeiro tempo por 39 a 32, com boa atuação do ala/armador Arthur.
Na etapa complementar, o UniCEUB/BRB começou arrasador devido às boas participações do ala Alex, líder da partida em assistências (6) e segundo maior pontuador, com 17 pontos. O Vila Velha/Garoto/BMG continuava a errar muito na partida, tendo chegado a possuir um baixo aproveitamento em arremessos de apenas 41%. Dessa forma, o time do técnico Márcio Azevedo não conseguiu fazer páreo ao comandado por José Carlos Vidal.
Após o término, Vidal admitiu que o time não fez uma grande partida, mas frisou que os jogos têm sido decisivos e continuarão sendo até o final da temporada. Já Giovannoni destacou o empenho do grupo. “Apesar de a equipe deles ser a lanterna do campeonato, consideramos essa uma partida séria. Agora é pensar na Liga das Américas porque depois tem o clássico contra o Flamengo”, disse o cestinha.
Pelo Vila Velha/Garoto/BMG, o pivô Marcão reconheceu a superioridade do time da casa e lamentou a falta de entrosamento da equipe, que teve um curto período de pré-temporada. O técnico Márcio Azevedo afirmou ter gostado da partida até onde a proposta tática foi seguida, e que o time ainda disputará com seriedade os jogos restantes. “É preciso saber que para nos vencer as outras equipes têm que ter méritos. Ainda temos nossas metas pessoais e coletivas”.
A próxima partida do UniCEUB/BRB pelo NBB será contra o Flamengo, dia 24 de março, no ginásio Nilson Nelson. O Vila Velha/Garoto/BMG entra em quadra contra o Minas no próximo sábado (17/3), na Arena Vivo, em Belo Horizonte (MG).

Por Rodolfo Rodrigues - Agência de Notícias CEUB
Fotos: Brito Jr.
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