Cobertura online pelo Esquina da partida UniCEUB/BRB e Flamengo

UniCEUB/BRB e Flamengo jogam neste domingo o trófeu João Herculino. A partida será marcada pela apresentação oficial do time de Brasília e Leandrinho vai fazer a primeira partida pelo time carioca. O Esquina online vai fazer a transmissão ao vivo pelo Twitter e Facebook. Durante o evento, o jornal publicará reportagens sobre o jogo e da torcida. Leia Mais →

Em coletiva, jogadores e técnicos de UniCEUB e Flamengo revelam clima de final de campeonato

Por Rodolfo Rodrigues (texto e fotos)
As duas maiores equipes do atual cenário do basquete brasileiro se enfrentam, no domingo, dia 9, às 11h, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília. UniCEUB e Flamengo travam o duelo com jogadores de Seleção Brasileira. Em jogo, o Troféu João Herculino, uma homenagem ao fundador do Centro Universitário de Brasília. O jogo tem caráter de amistoso. Mas, pela coletiva realizada nesta sexta-feira, o clima é de final de campeonato.
Lado a lado, nesta tarde, atenderam os jornalistas os técnicos José Carlos Vidal, do UniCEUB/BRB e Gonzalo Garcia, do Flamengo, além dos jogadores Alex Garcia, Nezinho, Guilherme Giovannoni e Arthur, do UniCEUB/BRB, e Leandrinho, Federico Kammerichs e Caio Torres, do Flamengo.
                Novidade no Flamengo, o astro Leandrinho, já recuperado de lesão no punho direito, deverá fazer sua estreia contra o time da casa. Com grandes expectativas para a partida, o ala-armador não escondeu sua ansiedade. “Fico muito feliz por retornar ao basquete brasileiro. Foram dez anos atuando fora do país. Espero fazer um bom jogo e ser campeão”, disse.
 Acostumado a grandes públicos em jogos da NBA, Leandrinho fez comparações em relação às torcidas americana e brasileira. “Aqui a torcida fala e vibra mais, sendo muito participativa. Mas há, sim, diferenças”, afirmou. Apesar de o jogo ser fora do Rio de Janeiro, garantiu não estar incomodado. “Gosto de jogar contra as torcidas rivais. Mas mesmo assim, acredito que a do Flamengo comparecerá em bom número”, acrescentou o atleta rubro-negro.
                Apesar de alguns estarem ainda sem ritmo de jogo, com a pré-temporada tendo iniciado há poucos dias, os jogadores do UniCEUB mostraram-se empenhados para a partida de domingo.
“Nosso conjunto é forte, e temos atletas que disputaram há poucas semanas o pré-olímpico”, lembrou o ala Arthur. Mas se o clima é de rivalidade dentro das quadras, fora delas é formado por uma boa amizade. “É legal, divertido. O próprio Leandrinho é um amigo nosso. Porém, quando bola sobe, queremos vencer”, ressaltou Alex. Há duas temporadas no time de Brasília, Guilherme Giovannoni já conhece bem toda essa tensão que ronda o clássico. “É um sentimento especial. Jogo entre essas duas equipes nunca é um mero amistoso. Cada um suará a camisa para defender o time e a torcida”, garantiu o ala-pivô.
Seleção Brasileira
                Cortado do pré-olímpico, Leandrinho viu de longe o Brasil conquistar uma vaga para as Olimpíadas de Londres. “Atuar pela Seleção é um privilégio. Tive uma contusão séria. Aconteceu que uns entenderam e outros não. Queria ter ido, mas por conta desse motivo, não foi possível”, lamentou. Também vetado por empecilho semelhante, Arthur mira agora uma oportunidade nos jogos Pan-Americanos de Guadalajara. “Fiquei muito feliz com a convocação. Pretendo mostrar minhas características e surpreender. Jogar pela Seleção dá maior confiança, a moral fica mais elevada”, vibrou o ala do UniCEUB/BRB.
               

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Gastrite é caracterizada como um “mal do século XXI”

Má alimentação e situações de estresse são algumas das principais causas da doença
Por Gabriella Kolling

Dores no estômago, queimação e enjoos são sintomas de uma mesma doença, a gastrite. Caracterizada como um ‘mal do século XXI’, a gastrite é uma inflamação da mucosa estomacal, causada por fatores como a má alimentação e a presença da bactéria Helicobacter pylori.

Segundo o médico João Lucena Farias, a doença pode aguda ou crônica. “A gastrite aguda se manifesta subitamente, devido a fatores como o uso excessivo de medicamentos anti-inflamatórios, alimentos contaminados e até mesmo o estresse físico ou psicológico. Já a crônica pode ser causada pela bactéria H. pylori, e consequentemente a redução da produção do ácido gástrico do estômago”, explica.

(Fonte: wmnett.com.br)
A estudante Maria Eugênia Caminha, 21 anos, sofre da chamada ‘gastrite nervosa’, uma vertente da doença que se manifesta em situações de estresse e desconforto, com ligação psicológica. “Eu descobri que tinha gastrite nervosa com 13 anos. Quando eu não me alimentava bem e passava por uma situação estressante, como fazer uma prova, por exemplo, sentia fortes dores no estômago e náuseas”, ela conta.

Durante as crises da doença, Maria conta que chegava a perder cerca de três quilos. Mas como sua doença era principalmente associada ao aspecto psicológico, não havia um medicamento preventivo para evitar os sintomas.

“Eu só podia me medicar quando já estava passando mal. Por isso, no meu caso, o tratamento foi mais demorado, e com o tempo consegui controlar o emocional, e assim, evitar as crises fortes de gastrite”, a estudante finaliza.

Já a empresária Bruna Costa, 27, sofre da gastrite aguda causada pela bactéria Helicobacter pylori. Segundo ela, tudo começou por causa da alimentação ruim e desregulada. “Como eu sempre trabalhei desde muito cedo, sempre tive que fazer a maioria das minhas refeições na rua. Por isso, comia muita besteira e não me alimentava no horário correto. Passava até sete horas sem comer”, conta.

Por causa da má alimentação, Bruna começou a sentir os sintomas da doença e procurou um médico. Depois de uma endoscopia digestiva, exame específico para detectar doenças estomacais, a empresária descobriu que sofria de gastrite e então teve que começar um tratamento para combater a bactéria.

“Depois de um longo processo e um tratamento delicado, os sintomas foram desaparecendo. A mudança na minha alimentação também foi primordial, na verdade, acho que o principal na hora de combater a gastrite”, ela finaliza.

Prevenção

Segundo o Dr. João Lucena vários fatores e medidas podem influenciar na hora de prevenir a gastrite. Se alimentar adequadamente no máximo de três em três horas, controlar o uso de medicamentos como os anti-inflamatórios e a aspirina, e evitar a ingestão excessiva de álcool e cigarro são algumas das medidas.

Frutas e alimentos ácidos podem irritar o estômago e causar os sintomas da gastrite, assim como a ingestão abusiva da cafeína e do leite, que para muitos leigos funciona até como um possível ‘remédio’ para a doença.

“A boa alimentação é base de tudo para o bom funcionamento do nosso organismo, não só para a prevenção de doenças como a gastrite. Por isso, é preciso se alertar na hora das refeições, não abusar de alimentos industriais, e, sempre que possível, optar por opções naturais”, ele finaliza.
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Praia no cerrado

Praticantes de futevôlei, esporte típicos de praias se reúnem no principal parque de Brasília
Por Sérgio Vinícius


Sob sol forte, os atletas praticam futevôlei no parque
da cidade. (Foto: Sérgio Vinícius)
Bem longe do mar, um grupo pratica futevôlei nas areias do Parque da Cidade. O esporte, típico de cidades litorâneas, chegou com força na Capital Federal e está cada vez mais ganhando adeptos e qualidade. Brasília já figura entre as principais forças nacionais no esporte.

O microempresário carioca Edivan da Silva Sousa, de 44 anos, chegou em Brasília há 26 anos e pratica o esporte desde 1995. Depois de conhecer o futevôlei no Rio de Janeiro, começou a treinar no Distrito Federal.

Toda terça e quinta-feira das 8h às 10h30 um grupo de jogadores de futevôlei reúne-se nos dois principais bancos de areia do Parque da Cidade. Sob o comando de Edivan, jogam futevôlei e pegam dicas para aperfeiçoamento da prática.

- Saiba como funciona o futevôlei

Um dos praticante, “Carioca” - como gosta de ser chamado -, reclama da falta de apoio para o esporte. “O Romário faz torneios no DF e traz gente de fora pra jogar. Tem uma deputada que prometeu apoio e nada também”, diz.

Segundo Edivan, depois do atletismo, o futevôlei é o esporte que mais cresce em Brasília. “O futevôlei pra mim é vida. Tenho um filho de 17 anos e ele é meu parceirão, jogamos até torneio juntos”, afirma o microempresário.
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Alunos organizam feira de adoção de animais


A procura foi tanta que faltaram animais

Por Camila Griguc

Luiza Dias e Léia (Fotos: Flávia Franco)
Cerca de 60 animais carentes ganharam um novo lar nesta sexta-feira (07). A feira de adoção foi promovida pelos alunos dos cursos de publicidade e propaganda e marketing do Uniceub. Segundo os organizadores, faltaram cães e gatos para tantos voluntários.  
Algumas ONGS também entraram no projeto.

Luiza Dias é adestradora de animais há 3 anos. "Essa aqui é Léia, eu a adotei na zoonoze há dois anos, ela é minha companheira e um grande exemplo de cão adotado que pode se destacar". A cadelinha já ganhou inúmeros prêmios em competições caninas. Luiza também levou outros cachorros, adestrados por ela, para mostrar que cães adotados também podem ser disciplinados e fieis.

Feira de adoção (Fotos: Flávia Franco)
 A professora que está a frente do projeto, Andrea Cordeiro, disse que o objetivo principal é fazer os alunos se envolverem em uma ação social. "Eles sentem falta de eventos assim".

A turma foi dividida em equipes, e cada um ficou responsável por uma função. Como conseguir patrocinio, ração, os próprios animas, entrar em contato com as ONGS, e outros.

Algumas pessoas foram com a intenção de adotar cães, mas devido a grande procura não encontraram, e sairam de lá com gatinhos. Para adotar um bichinho, foi preciso preencher um termo de compromisso, com os dados, e ainda passar por uma entrevista com os organizadores para garantir a segurança e o bem-estar dos animais. 
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Como funciona o futevôlei

Por Sérgio Vinícius



O saque para o início do jogo é feito com um pontapé
Foto: Sérgio Vinícius


O futevôlei foi criado na década de 1960 no Rio de Janeiro. O esporte mistura elementos do futebol e do vôlei. Jogado normalmente em duplas, o ambiente utilizado são quadras de areia com dimensões de 18m x 9m.

Para dificultar, não é permitido o uso das mãos ou dos braços e a rede que divide os dois lados da quadra tem 2,2m de altura. Normalmente disputado entre duplas, cada time pode dar três toques coletivos na bola, não é permitido que um jogador encoste mais de um vez seguida na bola.

- Praia no cerrado, brasilienses praticam futevôlei na capital federal

Disputado em sets de 18 pontos cada, o esporte está ganhando espaço mundialmente e já tem adeptos por todas as Américas, Ásia e Europa.

Atualmente, há três principais federações que regulamentam o esporte: A Federação Internacional de Futevôlei, a Confederação Brasileira de Futevôlei e a Federação Europeia de Futevôlei.

Essas organizações lutam para transformar o futevôlei em modalidade Olímpica. Caso o esforço dê certo, o Brasil tem boas chances de melhorar o quadro de medalhas.
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Um pedaço do Nordeste no Cerrado

Por Natalia Aquino

Inaugurada em 1986, a Casa do Cantador foi criada para ser sede de incentivo à cultura repentista no Distrito Federal. A Casa fica localizada em Ceilândia. Nada mais propício, já que a cidade é considerada o local mais nordestino do Distrito Federal. O lugar é palco de manifestações culturais, unindo música a literatura de cordel.



Foto: Natalia Aquino
“A Casa do Cantador é um espaço que foi destinado à comunidade nordestina e a todas as pessoas do Distrito Federal, com o propósito de levar música, dança e teatro à comunidade com especificidades nordestinas, mas abrindo, também, espaço para outras categorias”, explica o diretor da instituição, Francisco de Assis. Chico também é membro da Secretaria de Cultura e cantor repentista.

Eventos culturais acontecem a todo momento na Casa do Cantador. Como a Sexta do Repente, em que a plateia é que pede a música que desejar; os Festivais Regionais e os Festivais Nacionais. Nas grandes festas, o local fica lotado. “A Casa do Cantador é o maior espaço cultural ativo público que existe em Ceilândia. Os eventos sempre chegam a ter de 500 a 1,5 mil pessoas. Quando há um grande festival chega a ter 2 mil pessoas facilmente”, afirma o repentista João Santana.



"Falar em riqueza e cor é um grande orgulho seu, morra eu e morra o rico, enterre o rico e eu que depois ninguém separa o pó do rico do meu."
(Domingos Fonseca)



O repentista João Santana, descendente de piauienses, faz dupla com Chico de Assis na música nordestina. “O dom da poesia aflorou em mim e a Casa do Cantador foi o local onde a minha vocação foi descoberta”, conta o repentista.

Patrimônio não-preservado
O projeto arquitetônico da Casa do Cantador é de Oscar Niemeyer. Curiosamente, esse é o único projeto do grande arquiteto fora do Plano Piloto.

Mesmo sendo patrimônio histórico, a Casa não tem sido bem conservada. A infraestrutura do local necessita de melhorias. As paredes estão visivelmente descascadas, o chão está gasto, o teto tem muitos buracos.

O diretor da Casa do Cantador, Chico de Assis, garante que os investimentos provindos da Secretaria de Cultura já estão previstos no Diário Oficial da União desde agosto de 2011. O pedido havia sido feito em maio do mesmo ano. As reformas, enfim, vão sair do papel no início de 2012.

“O recurso de 1 milhão de reais está garantido. O processo já foi para a Novacap [Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil] para fazer a licitação e, provavelmente, as obras se iniciarão em dezembro deste ano para até março de 2012 entregarmos a casa novinha à comunidade”, explica o diretor. As verbas serão destinadas para a obra de um museu chamado “O Repente do Cordel”, para uma biblioteca, uma sala de ensaio e um estúdio.

A Casa do Cantador fica na QNN 32, Área Especial, Ceilândia Sul. Para mais informações de eventos culturais ligue (61) 3901-1298.
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