UniCEUB/Brasília enfrenta Uberlândia nas quartas de final do NBB

Time mineiro bateu o Araraquara-SP por 3 a 0 e será o adversário da equipe da capital federal.

Robert Day, do Uberlândia-MG, tenta passar pela marcação do também
norte-americano Mark Borders, do Araraquara-SP
(Célio Messias/LNB Divulgação)
Por Felipe Igreja
O Uberlândia será o advesário do UniCEUB/Brasília nas quartas de final do NBB. A equipe mineira bateu o Araraquara, por 3 a 0, na série das oitavas de final, e se classificou para enfrentar os atuais campeões na sequência do campeonato nacional.
O primeiro jogo entre os dois times está marcado para o dia 23 de abril (sábado), no Ginásio Sabiazinho, em Uberlândia, às 18h30. Na primeira fase do torneio, os clubes se enfrentaram em duas oportunidades, com uma vitória para cada lado.
No jogo do primeiro turno, em Uberlândia, o time da casa levou a melhor e venceu por 94 a 84. Já no duelo disputado em Brasília, o UniCEUB venceu sem problemas, por 88 a 74.
Jogadores esperam dificuldades
A classificação da equipe do triângulo mineiro não foi uma surpresa para os atletas de Brasília. Segundo o ala Arthur, o clube de Minas Gerais será um advesário muito complicado para os brasilienses.
“Já esperávamos o Uberlândia na próxima fase.Trata-se de um time difícil, com um elenco forte, com os dois atletas norte-americanos que pontuam bastante e um trabalho de garrafão forte com o Estevam, Hátila e o Cippolini, além do Valtinho na armação, que é o grande maestro”, analisa Arthur.
Para o ala/pivô Guilherme Giovannoni, cestinha do UniCEUB/Brasília na temporada, a vantagem do time candango é decidir a vaga em casa, já que dentro de quadra as equipes são fortes e se equivalem.
“Vamos enfrentar uma equipe muito forte e sem dúvida vai ser uma série dura. A nossa vantagem é  que podemos decidir a vaga em casa, mas temos que focar cada jogo com o máximo de concentração e atenção, procurando fazer o nosso melhor”, comenta Giovannoni.
Pelo lado do time mineiro a opinião é a mesma. Os atletas do Uberlândia também esperam uma série muito equilibrada contra os atuais campeões do NBB.
“Temos que entrar focados, principalmente no primeiro jogo que é em casa, porque uma vitória é importante para nossa sequência", disse o pivô do Uberlândia, Cipolini
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Mudança do primeiro nome tem sido mais comum

Darci, Givanildo, Aleluia, Riroca, Miliandra, e por aí vai. Estes são alguns dos diferentes nomes que encontramos se andarmos pelas cidades brasileiras. 

Francilton prefere o apelido (Emília Bizzotto/Esquina)
Por Emília Bizzotto  
Algumas pessoas não se reconhecem pelos nomes que ganharam. Outros, se mantém com um nome constrangedor por desconhecerem a lei que possibilita a troca de prenome.

A Lei permite que pessoas que desejam trocar de nome por motivo de constrangimentos vividos durante a vida ou por algo similar recorram à justiça para tal. Ao completar 18 anos, basta entrar com o pedido de alteração que haja custo algum. Porém, é necessário que a pessoa vá até o cartório onde o registro foi feito para, logo após, entrar com uma ação judicial.

Há quatro meses, Ricardo Ferreira, 50 anos, músico e professor fez a alteração. Ricardo se chamava “Rivaldo”, mas optou pela troca por nunca ter conseguido lidar com o nome, que segundo ele, trouxe muitas chateações quando ainda era garoto.

O diretor de Secretaria da Vara de Registros Públicos do Distrito Federal, Rodrigo Marrara, afirma que as trocas de nomes têm sido mais comuns e que geralmente acontece uma média de 15 a 20 alterações por mês.

Para a mudança ser feita, é preciso procurar a vara juntamente com um advogado, que fará os tramites legais de acordo com as argumentações levantadas. Os casos mais comuns são quando a pessoa é testemunha em processo criminal e precisa trocar de nome por motivo de segurança ou quando o nome causa algum tipo de constrangimento.

O lavador de carros, Francilton Apolinário, 43 anos, atende e é conhecido pelo nome de Wilton. Segundo ele, desde pequeno era chamado só por Wilton. “Não acho o meu nome feio, mas é um nome grande e difícil de pronunciar” – afirma ele, que apesar do apelido, não pretende fazer a mudança.


Em entrevista ao Esquina, o psicólogo Vicente Saldanha afirmou que ao longo de seus 30 anos de carreria como analista, pode observar que poucas pessoas sabem a origem do nome. Ele recomenda muita atenção na hora de definir o nome das crianças.
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Psicólogo: 'Atenção na hora de escolher nome do bebê'

Vicente Saldanha afirmou que ao longo de seus 30 anos de carreria como analista, pode observar que poucas pessoas sabem a origem do nome. 

Por Emília Bizzotto 
O psicólogo Vicente Saldanha, que trabalha há 32 anos com Análise Junguiana
esclareceu a importância da escolha do nome de um bebê.

O psicólogo afirmou que ao longo desses 30 anos de trabalho como analista,
pode observar que poucas pessoas sabem a origem do nome e disse, que
saber a origem do nome tem uma importância fundamental na estrutura
psicológica dela.

“É o que traz identidade a você. Você se chama Emília, se eu chamar você
de Joaquina você não vai atender. Se eu insistir você vai se irritar comigo,
com razão, porque você sabe a origem do seu nome, a motivação pra ter
esse nome, onde tem cortejos afetivos emocionais. Você não é uma Emília
qualquer.”.

Segundo o profissional, existem pessoas com o nome de origem exótica. Como
por exemplo, o caso de uma das filhas da cantora Baby Consuelo, que foi
registrada com o nome de “Riroca”. O nome foi motivos de gracejos na escola
durante o período de adolescência, e claro, a filha, depois de adulta trocou o
nome.

De acordo com o psicólogo, ele pôde conhecer pacientes de um hospital
psiquiátrico no Rio de Janeiro que tinham o nome bastante exótico.

“Lembro-me de um rapaz que tinha o nome de “Psiu”. O que é Psiu? Ele tinha
um comprometimento mental grave e uma das queixas dele era justamente a
questão da identidade do nome dele.”

Vicente explicou que por isso, a justiça passou a reconhecer e possibilitar que
as pessoas pudessem ter o direito de optar pela troca de nome a partir de
argumentos bem fundamentados.

O nome, sendo ele qual for, tem um fundamento estruturante na personalidade
das pessoas, tem força. Imagina se você tem um filho homem e coloca o nome
de Maria ou vice versa. Dentro do contexto da coletividade, acontecerá uma
distorção muito grave.

Segundo ele, o trabalho de análise com seus pacientes se inicia a partir da
origem do nome. Durante as primeiras seções, Vicente pede para que o
paciente fale sobre o significado do nome, quem colocou e o que elas pensam
sobre o nome. A partir disso, faz uma avaliação do grau do nível de estrutura
da consciência que a pessoa tem.

“Alguns nomes são ambíguos, por exemplo, Darci, serve para mulher e para
homem. Conheci uma pessoa do sexo masculino com este nome. Ele era

muito tocado porque foi motivo de chacota na escola. Como Darci era nome
de mulher também, ele se sentia muito atentado com relação a sua identidade
sexual. Precisamos pensar mais claramente quando for dar o nome de um
filho sobre que nome é, o significado desse nome.” – explica.

A partir do nome, Vicente analisa questões psicológicas da pessoa. É como
você chegou ao mundo, você não é apenas o bebê, você é o “bebê fulano”.
O nome interfere na estruturação da personalidade.

“É como uma pessoa sem pátria. Tem pessoas que conseguem carregar o
piano nas costas, tem pessoas que não conseguem. Algumas, tem o nome
Darci e conseguem lidar com isso muito bem”.
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Pedestres temem passarelas subterrâneas abandonadas

Quem precisa atravessar, arrisca a vida passando entre os carros nos eixinhos e no Eixão.

Túnel do metrô na altura da 102 sul é utilizado como
passagem de pedestres
(Isa Stacciarini/Esquina)
Por Isa Stacciarini  

Atravessar o Eixão entre os carros acelerados ou passar pelas passarelas subterrâneas? Esta é a dúvida mais freqüente de quem precisa utilizar os túneis. Pedestres se deparam com má estado de conservação. Passarelas escuras, sem iluminação, pichadas, perigosas e até mesmo com presença de fezes e urina.

O estudante Gustavo Teixeira, 23 anos, utiliza a passarela praticamente todos os dias para ir à academia. Ele conta que já foi abordado por dois jovens. “Eles me pararam, ameaçaram e vistoriaram o bolso da minha bermuda. Não encontraram dinheiro e nem objetos de valor. Depois me mandaram sair correndo e continuaram andando como se nada tivesse acontecido”. O estudante completa. “Mesmo assim prefiro atravessar pela passarela. No horário de 17h30 o trânsito já fica intenso. Passo por baixo, mas presto atenção. Acelero o passo e olho sempre para os lados”, confessa.
A diarista Maria Aparecida é uma das usuárias que prefere passar pelas vias movimentadas na altura da 209 norte. “Não me arrisco mais a atravessar pelos túneis. Além de ser perigoso, é sujo e tem muito mau cheiro. Já vi várias vezes meninos de rua urinarem nas paredes. Vou pelo Eixão e tomo cuidado com os carros”, explica.
Passarela subterrânea na altura da 209 norte
(Isa
Stacciarini/Esquina)
Já o túnel do metrô na altura da 102 sul é utilizado como travessia de pedestres. De acordo com quem passa pelo local, diferentemente das outras passarelas, a da Asa Sul é limpa e possui fiscalização. Marina Silva, 26 anos, concorda com as opiniões. “É muito seguro, além de ser limpo. Não utilizo nenhuma outra passarela. Quando preciso atravessar o Eixão e o Eixinho em outras quadras prefiro passar por cima”, relata. A dona de casa Vanda Marques lamenta que os outros túneis não sigam o mesmo modelo. “Tem passarela que está em estado precário. É necessário que o governo faça alguma reforma ou que construa novas travessias como esta. Aqui ninguém tem medo de trafegar, além de ser mais seguro do que atravessar o Eixão”, afirma.
O sargento da polícia militar Danilo Nunes alega que as passarelas são fiscalizadas e sempre quando possível ocorre policiamento. Porém, de acordo com ele, não é possível deslocar policiais todos os dias para fazer a ronda. “Existem dias onde sempre ocorre alguma ação em que é preciso um maior reforço de policiamento e, naquele momento, a urgência é prioridade”, declara.
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Cinema alternativo

Brasília oferece opções para todo tipo de público, e o Esquina traz
para você um guia com as diferentes formas de apreciar a sétima arte.


Mães e bebês se divertem juntos no cinema
(CineMaterna/Divulgação)
Por Marcos Oliveira
Cinema para Mães
O CineMaterna é um projeto que teve seu inicio em fevereiro de 2008, quando um grupo de mães cansadas da rotina de trocar fraldas, se juntou e resolveram ir ao cinema A atividade informal se transformou em uma ONG que conseguiu parcerias importantes como o Cinemark e a Natura.
As mães podem participar de uma enquete no site do projeto para escolher os filmes a serem exibidos. As salas têm iluminação especial, ar condicionado mais fraco e trocador.
Tradição Conservada
Se você é daquele tipo que gosta de conversar durante o filme, namorar ou que prefere privacidade na hora de assistir a um filme, seu lugar é no cine Drive-in. Frequentado por dez entre dez casais dos anos 60, este tipo de cinema ainda tem um público fiel. O casal João e Eliza gosta do Drive-in para namorar: “A gente gosta de vim pra cá quando está chovendo, fica mais gostoso o clima”, afirma o casal que costuma ir ao local pelo menos uma vez ao mês.
Ópera no cinema atrai público de todas as idades
(Marcos Oliveira/Esquina)
Cinema Clássico
Quando se fala em ópera, quase sempre visualizamos um ambiente monótono e com um público bocejando a todo o momento. Mas essa visão esta mudando, jovens e até crianças estão entre o público das exibições da Ópera do Metropolitan de Nova York, transmitidas no cinema.
As sessões são transmitidas ao vivo, por satélite, em alta definição e com som digital. Os espetáculos são legendados, o que ajuda a entender o enredo. O preço do ingresso ainda não é tão acessível, mas quem viu garante, é uma experiência inesquecível.
Entusiasmada com a trama, Clara de apenas 10 anos saiu do cinema como se tivesse visto um filme da Disney. “Eu não sabia o que ia acontecer, mas fiquei chocada com a interpretação”.
Fome de Cinema
O projeto CineCal é realizado às terças e quintas sempre na hora do almoço, e exibe obras dos principais diretores e atores latinos. O publico é composto quase sempre por pessoas que trabalham no Setor Comercial Sul.
Maria de Lurdes trabalha como servente em um prédio ao lado e, sempre que pode, frequenta as sessões do CineCal: “Sempre que posso venho aqui, às vezes me atraso para voltar ao trabalho, mas vale a pena”.
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Entenda o que é regime de urgência no Congresso

O pedido de urgência no Congresso Nacional é um regime de tramitação que dispensa prazos e formalidades regimentais, para que a proposição seja votada rapidamente. Nesse regime, os projetos tramitam simultaneamente nas comissões - e não em uma cada de vez, como na tramitação normal. Para tramitar nesse regime é preciso a aprovação, pelo Plenário, de requerimento apresentado por: 1/3 dos deputados; líderes que representem esse número ou 2/3 dos integrantes de uma das comissões que avaliarão a proposta. Alguns projetos já tramitam automaticamente em regime de urgência, como os que tratam de acordos internacionais.
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