Especialistas garantem que poder de decisão é fundamental para alcançar objetivos

Não bastar ter vontade para alcançar objetivos. E mais: é preciso decidir que metas traçar e aonde se pretende chegar. Quem afirma é a consultora e coach, Adriana Marques, em entrevista. Ela diz que para alcançar o objetivo tão desejado, é preciso realizar o passo-a-passo para prever resultados e buscar os recursos necessários para atingir as metas.
Assista a entrevista completa

Vida pessoal e profissional

É comum as pessoas acreditarem que, ao se traçar metas, o âmbito profissional está em primeiro lugar. Mas a coach Adriana Marques alerta que as pessoas devem traçar metas em, pelo menos, quatro áreas da vida. “A área pessoal é a que oferece base e consistência à vida das pessoas, e por isso é a mais importante quando se pensa em atingir objetivos”, diz Adriana Marques.
Não menos importantes, o âmbito profissional, os relacionamentos e a qualidade de vida, são as outras áreas em que as pessoas devem também se dedicar e buscar resultados.
A aluna de Letras, Rafaela Alves, acredita que a área profissional continua sendo a mais importante e mais difícil para alcançar os objetivos. Para ela, a maior realização a ser conquistada é passar em um concurso de taquígrafo, seu sonho desde criança. Além disso, Rafaela destaca que ninguém vive sem estudo, portanto pretende fazer intercâmbios e falar mais de quatro línguas fluentemente.
Características brasileiras

Os brasileiros não são as pessoas que mais traçam metas no mundo. Segundo Adriana Marques, os brasileiros vivem muito bem e não se preocupam em sair da zona de conforto em que estão. 

Além do famoso jeitinho, o povo brasileiro é caloroso, cordial e amigável e isso faz com que estejam sempre de bem com a vida e com os outros. Essas características são os principais motivos para os brasileiros não pensarem em traçar metas na vida.
Para a estudante de Jornalismo da UnB, Ingridy Peixoto, que mora sozinha em Brasília, no momento, a principal meta que ela pretende atingir é ser independente e garantir um emprego estável que lhe possibilite viajar pelo mundo inteiro, quando quiser.

Variáveis fundamentais

A consultora e coach, Adriana Marques, destaca três fatores essenciais quando se quer atingir um objetivo. É preciso que, além de estabelecer um prazo para alcançar essa meta, a pessoa tenha regras fundamentais para caminhar em direção ao objetivo.

Outro fator importante destacado pela consultora é a satisfação pessoal. As pessoas não devem pensar em satisfazer os pais ou amigos ao traçar metas. O objetivo da sua vida deve ter um significado pessoal para você, e não para os outros.

Por Gabriela Echenique - Jornal Esquina On-line
 
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Brasilienses que moram nas satélites gastam tempo excessivo no trânsito

 
Percurso Brasília/ Gama em horário de pico. Foto de Noa Abe.
 
Brasília. A cidade que foi sonhada e planejada cresceu (veja pesquisa do Ipea) e hoje já sofre com os mesmos problemas enfrentados por antigas metrópoles brasileiras, como Rio de Janeiro e São Paulo. Um deles é o transporte urbano.
 
A quantidade de carros nas ruas – em média, 37 para cada 100 pessoas – e as grandes distâncias dos percursos entre residência e trabalho fazem com que grande parte da população gaste tempo excessivo no trânsito. Estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre o tempo de deslocamento casa-trabalho no Brasil revela que, por ser a sede do governo federal, o Distrito Federal é um caso particular. Segundo o estudo, isso explica em parte por que o DF possui os níveis mais elevados de PIB per capita e de taxa de motorização.
 
Entretanto, para muitos brasilienses, Brasília é apenas o local de trabalho. Embora existam muitas oportunidades de emprego, sobretudo em órgãos públicos, a renda da massa de trabalhadores não é compatível com o alto padrão de vida em Brasília. Os imóveis são de altíssimo custo (confira matéria da Exame ).

 Com isso, morar em cidades satélites, que, em contrapartida, não oferecem a mesma estrutura (algumas não tem estrutura alguma) e as mesmas oportunidades, é a alternativa. É um grande paradoxo.
 
Estresse

 

Trânsito na Esplanada dos Ministérios. Foto de Noa Abe.
 
O agente de segurança judiciária Paulo Lustosa considera que o tempo gasto no percurso entre casa e trabalho afeta consideravelmente a qualidade de vida dele, pois gera estresse, desgaste e ainda compromete o descanso e o tempo disponível para a família. Ele mora no Valparaíso (em média, 43 km de BSB) e chega a gastar duas horas por dia no trânsito, isso porque utiliza o carro próprio ou o transporte disponibilizado pelo Tribunal.
 
“Gostaria de vir de carro para o trabalho, porque, pelo menos, viria sentada”, disse a atendente comercial Aline Fiungo, que mora na Santa Maria (em média, 34 km de BSB). Para chegar à empresa onde trabalha (na Asa Norte) às 8h, ela sai de casa antes das 6h e, às vezes, ainda chega depois do horário.

 
Transporte público
 

Ao contrário de Aline, há quem prefira usar o transporte público. O servidor público Alisson Bruno Dias, que mora no Gama (em média, 30 km de BSB), gosta de ler enquanto está no caminho para o trabalho. “Sou totalmente a favor do transporte público. Atualmente, considero um sacrifício devido à qualidade do serviço prestado. Mas, ainda assim, a opção pelo transporte público beneficiaria a todos, com a diminuição do tráfego. Creio que este ano o serviço melhorará com as novas empresas, regras e ônibus”, afirmou.
 
O advogado Tiago Dias costuma usar o metrô pra evitar os engarrafamentos. Morador de Águas Claras (18 km de BSB), Tiago já pensou em morar perto do trabalho, mas mudou de ideia. “Cheguei à conclusão de que haveria perda da qualidade de vida, uma vez que as habitações da área central de Brasília são pequenas e desprovidas de infraestrutura (piscina, churrasqueira, playground, grandes salões de festas etc.), geralmente encontradas em novos condomínios, como, por exemplo, em Águas Claras”, comentou.
 
Quem não trabalha, também sofre com os problemas do trânsito. João Marcos Sales estuda na Universidade de Brasília, mas mora no Gama. Ele leva entre uma hora e meia e uma hora e quarenta e cinco minutos para chegar à UnB. “Utilizo o ônibus porque é o transporte mais barato para mim, além do mais porque tenho direito ao passe livre estudantil”, afirmou. Para ele, o tempo gasto no ônibus é perdido. “Posso até estudar e ler algum livro no ônibus, mas não é um estudo de qualidade”.

Por Noa Abe - Jornal Esquina On-line
 
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Distrito Federal possui o 8º maior índice de homicídios de mulheres no Brasil, aponta estudo


O Mapa da Violência 2012, divulgado pelo Instituto Sangari e de autoria de Julio Jacobo Waiselfisz, coloca o distrito Federal como o 8º mais violento para as mulheres no país. Segundo os últimos dados, relativos a 2010, foram 78 assassinatos, o que correspondeu a uma taxa de 5,8 homicídios para cada 100 mil mulheres.Veja a pesquisa

A publicação mostra que o estado do Piauí é o que apresenta menor índice de violência contra a mulher, 2,5 a cada 100 mil e o Espírito Santo, número 1 no ranking, apresenta uma taxa de homicídios de 9,6 mulheres para o mesmo universo. Se nos estados a média em 2010 foi de 4,4 homicídios para 100 mil mulheres, nas capitais ela foi ainda maior, 5,1, sendo as mais elevadas em Vitória, João Pessoa, Maceió e Curitiba, que apresentaram níveis acima dos 10 homicídios para cada 100 mil mulheres no mesmo ano.

Entre 1980 e 2010 foram assassinadas no Brasil mais de 92 mil mulheres, sendo 43,7 mil só na última década. A taxa aumentou 230% nesse período, passando de 1.353 em 1980 para 4.465 em 2010.

Psicóloga explica tipos de agressão

A utilização de objetos cortantes, penetrantes, contundentes e a sufocação são os meios mais expressivos quando se trata de violência contra a mulher, o que pode indicar maior incidência de violência passional.
As armas de fogo ainda são o principal instrumento de homicídio no país, mas quando se trata de homicídios femininos, elas representam pouco menos da metade, enquanto nos masculinos representam 3/4. Ainda fazendo um comparativo entre homicídios do sexo masculino e feminino, pode-se observar que a taxa de morte por meio de violência doméstica é muito mais alta quando se trata de mulheres. Apenas 14,3% dos homens apresentam incidentes desse tipo, já a taxa de mulheres violentadas e mortas dentro da residência é de 41%.

Os dados base da pesquisa realizada por Julio Jacobo Waiselfisz foram obtidos através do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde (MS) e foram publicados na obra intitulada Mapa da Violência 2012.

Por Marina Nascimento - Jornal Esquina on-line
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Psicóloga alerta para os variados tipos de violência contra mulheres


A violência contra a mulher pode apresentar diferentes características e tipos. A humilhação, a agressão física, como o espancamento e a tentativa ou o ato de estupro, estão entre as características das atitudes violentas contra mulheres. Essa violência pode ser de ordem psicológica, física, moral ou de patrimônio como explica a psicóloga Ciomara Schneider em entrevista. Assista aqui

DF: oitavo em assassinatos de mulheres

Em 2006, foi instaurada a lei 11.340, conhecida como Maria da Penha. Antes do surgimento dessa lei, muitas vítimas não faziam denúncias, pois eram elas que deveriam levar a intimação até o agressor, o que acabava por intimidar as mulheres.

Hoje, com a lei Maria da Penha, as mulheres têm o respaldo legal para fazerem suas denúncias sem medo. Para recorrer à lei, a mulher precisa de testemunhas e provas da agressão. A psicóloga ainda lembra que além do respaldo legal, existem também os grupos de apoio a mulheres vítimas de violência aos quais as vítimas podem recorrer.

A lei Maria da Penha se aplica a qualquer pessoa em situação de fragilidade em uma relação conjugal, portanto, homens e homossexuais também podem recorrer a ela em caso de necessidade.
Para fazer uma denúncia, a vítima deve entrar em contato com o número 180.

Por Marina Nascimento - Jornal Esquina on-line
Entrevista - Mariana Gonçalves
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Parque da Cidade mantém qualidade do ar apesar de crescimento populacional


Por Ivan Brandão

Maior parque urbano do mundo, o Parque da Cidade foi fundado em 1974 e é onde o ar
apresenta a melhor qualidade em Brasília. Nem mesmo o kartódromo, que fica dentro do
Parque, é capaz de diminuir a qualidade do ar.



O índice de qualidade é medido através de um complicado cálculo. Aos níveis, são atribuídas
pontuações. Sendo 0 a 50 para a melhor qualidade, caso do Parque, e 299 para a pior.
Taguatinga, por exemplo, tem índice de 160 pontos. Lá o ar é considerado inadequado, de
acordo com IBRAM.

O lixo também diminuiu no Parque. Desde 2011 o parque está mais limpo e, quem frequenta o
parque, já percebeu. “Está bem mais cuidadinho. Na época em que eu corria aqui com o time
de basquete a gente via mato, lixo, mas ainda tem coisa pra melhorar”, diz o militar, Hugo Luís.



De acordo com o administrador do Parque, Paulo Dubois, o trabalho é duro. “Quando assumi,
em 2011, o mato era enorme. Começamos o trabalho e retiramos mais de 100 toneladas de
entulho”. Ele conta ainda, que mais de cem lixeiras foram instaladas, o que diminuiu bastante
a quantidade de lixo jogado em áreas inapropriadas.



O trabalho para manter os 420 hectares do Parque da Cidade pode mesmo ser difícil. “Mas se
a população conscientizar, o trabalho fica fácil”, completa Hugo, que ainda manda um recado:
Lugar de lixo, é no lixo.
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Parque da Cidade: Campanha beneficente ganha apoio de frequentadores



Por Ivan Brandão

A campanha "Natal Solidário", uma iniciativa da direção do Parque e da administração de Brasília, foi lançada neste mês de novembro. O evento contou com as presenças do Administrador de Brasília, Messias de Souza, e do Diretor do Parque, Paulo Dubois.

O projeto prevê a coleta de roupas, brinquedos e alimentos não perecíveis que serão doados
para entidades filantrópicas do Distrito Federal. A julgar pelo número de frenquentadores do
Parque, 80 mil por semana, muitas famílias terão um natal feliz.

Os pontos de coleta de donativos serão espalhados por todo o Parque da Cidade. Eles ficarão
a disposição de quem quiser doar, até o dia 23 de dezembro. Na solenidade e lançamento da
campanha, o diretor do Parque ressaltou a importância de doar pelo bem da cidade. “Ajudará
o Natal de quem mais precisa, além de mostrar que a população do DF tem bom coração”.

O administrador de Brasília, Messias de Souza, também acredita no coração dos
brasilienses. “certamente os brasilienses saberão entender o espírito da solidariedade,
propiciando um natal melhor aos que nada possuem”.

Messias de Souza, Administrador de Brasília



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Parque da Cidade: Kartódromo é espaço para todos os públicos


Espaço para quem gosta de velocidade

Por Patrícia Figuerêdo


O ritmo mais calmo do Parque da Cidade tem ritmo diferente na pista de kart.  Segundo os responsáveis pelo lugar, o estabelecimento abrange clientes que vão dos 13 aos 75 anos. Fundado em 1987, o local oferecia inicialmente apenas a Mini Fórmula 1, que é destinada para crianças entre 3 e 12 anos.  Seis anos após a inauguração, passou a oferecer o famoso karting indoor – considerado o primeiro degrau para quem quer seguir carreira automobilística-, segundo o gerente Virgílio Quintão.

O automobilismo é uma competição com automóveis considerada um dos esportes mais populares do mundo.  O dono do Carrera, que prefere não se identificar, tem grande amor pela velocidade e foi nessa linha, que resolveu criar um local destinado ao karting. Segundo Virgílio, o proprietário tem três filhos e um deles, inclusive, chegou a Formula 3000.

Os equipamentos básicos necessários para poder correr no kartódromo são: capacete, balaclava – uma espécie de touca que absorve o suor- e luvas. O gerente ressalta que a sensação de andar de kart é a mesma de pilotos de outras vertentes automobilísticas. A diferença básica é a velocidade alcançada, pois o Kart alcança cerca de 65 km, enquanto outros podem alcançar 150 km ou mais.

Faça chuva ou faça sol

Com o período chuvoso, a freqüência diminui cerca de 60%, segundo Virgílio. Porém, há quem considere o período mais emocionante. “Logo após uma boa chuva, uma pista estreita e molhada fez a corrida ficar muito mais divertida”, revelou o jornalista Ricardo Carvalho, 26 anos.  Ele admite os riscos, mas afirmou ter gostado da experiência.

          Ricardo frequenta o Kart há um ano e meio e diz que é algo fantástico, onde a adrenalina sobe a mil. “As ultrapassagens, as defesas de posição, a vontade de sair na frente e de fazer a melhor volta da corrida fazem desse esporte uma emoção à parte”, revelou.

O jornalista tem o kart como um hobby, do qual diz sentir orgulho. Ele considera a ida ao kartódromo mais do que um momento de lazer. “Sempre corro com os amigos e acaba sendo um momento de confraternização também”, contou.

Campeonatos

O Carrera Kart organiza uma competição que reúne os melhores pilotos do mês, baseado em estatísticas que ficam disponíveis no site do estabelecimento.

Para quem ainda quer treinar ou apenas competir com amigos, basta reunir um grupo e organizar a competição. Aqueles que se reúnem têm descontos  e ganham um maior tempo de corrida. É uma espécie de fidelização.

Um competidor que chama a atenção dos funcionários do Carrera é um senhor de 75 anos que participa das competições. “Ele sempre diz: ‘Não importa em que posição eu chegue no final da corrida. O meu maior troféu é estar no kart’”, contou o gerente Virgílio Quintão.

               Maior do mundo

Capacete tem 7 metros de altura

No Carrera Kart se encontra o maior capacete do mundo. Ele pode abrigar até 40 pessoas e foi um investimento estimado em 40 mil dólares. O instrumento tem quase 7 metros de altura e uma viseira móvel com abertura de 2 metros de altura. O capacete está registrado no Guiness Book.



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Parque da Cidade: uma turma animada de atletas bate ponto no local




 Por Natasha Flor


Uma turma de aproximadamente oito adolescentes, formados por amigos de escola, estudantes do segundo ano do ensino médio se reúne para estabelecer regras e até mesmo treino de algumas modalidades no Parque.  Vôlei, futsal e corrida fazem parte da vida de cada um deles. “O time parece ser pequeno, mas quando chegamos aqui, todos querem jogar e entrar no time” afirma Jéssica Fonseca – membro do grupo. Ana Beatriz tem apenas 16 anos e participa das gincanas da sua turma e sempre vence, tudo isso graças ao pai Francisco Ferreira, também professor dos alunos. “A idéia foi dela, todos os domingos vínhamos para o parque, como tenho todos os equipamentos, fica mais fácil, além do prazer de ensiná-los” afirma Francisco.

Os treinos são feitos na Candangolândia em uma quadra próxima a casa de Francisco, todas as quartas-feiras, a partir das 19hs e a prática das aulas são feitas no próprio parque da cidade, todos os domingos. Para aquecer, o grupo dá uma volta no parque e depois escolhem o que irão jogar. “Tem dia que nem todos conseguem jogar, muita gente na fila” afirma o professor. Leila Cardoso, de 17 anos, componente do grupo, afirma que muitas vezes já chamou crianças do próprio parque para jogar uma partida de vôlei. “Quando o time não está completo, saio pelo parque a procura de gente para jogar, é raro, mais acontece” diz.

Francisco conta que diversas vezes vê turistas passeando pelo parque e que já chegaram a perguntar quanto custava uma partida.” Quando falo que não custa nada, é de graça, eles saem rindo” sorrir Francisco.  Além do momento de lazer que Francisco oferece ao grupo, há dois meses Francisco vende água no Parque. “Enquanto eles jogam, eu fico aqui, ganhando uma renda a mais” garante. Em quatro horas de um domingo, Francisco chegou a ganhar 200,00.

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Parque da Cidade: Profissionais de saúde usam bicicletas para atender emergências




            A Bikelância funciona há um ano no Parque da Cidade. Rapidez no atendimento em locais de difícil acesso é o principal objetivo do projeto 

Por: Jéssica Nascimento

            Acesso mais rápido à situações de emergências em locais de maior concentração de pessoas e com um difícil acesso por ambulância, essa é a novidade que a Bikelância traz aos moradores da capital do país. O serviço funciona no Parque da Cidade e no Zoológico de Brasília das 7h às 19h, sempre de quinta-feira a domingo.
            Na Bikelância, uma dupla de ciclistas que são enfermeiros ou técnicos, circula por uma área pré-definida, pronta para prestar atendimento clínico e de trauma. De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal (Samu) – idealizador do serviço - o veículo de duas rodas serve para ajudar e atender, pessoas que sofreram acidentes e incidentes no local.
             O guia de turismo Sérgio Fernandes, 20 anos, contou que frequenta o Parque da Cidade todo final de semana. Segundo ele, o projeto demorou para acontecer devido aos inúmeros acidentes que ocorrem no local. “Minha irmã já caiu de patins no Parque quando ainda não existia a Bikelância. Resultado: não tinha ninguém para ajudá-la”, disse. Para ele, o projeto é uma forma rápida de atendimento para pessoas que praticam esportes ou até mesmo brincam no local. 

O projeto
            O projeto funciona há um ano no Parque da Cidade e ganhou força quando a administração do Parque da Cidade analisou a necessidade de um ponto fixo do SAMU no ambiente. “Uma viatura de ambulância no Parque seria inviável pelo custo”, disse o coordenador da Bikelância Lafaiete Viegas.  Segundo ele, a grande novidade é a mobilização do transporte em quase todos os pontos do Parque. “Ela não fica parada. Circula por aí sempre, prevenindo acidentes e chegando mais rápido neles também”, ressaltou Viegas.

                 Segundo a publicitária Mariana Castro, 38 anos, o serviço deveria ser expandido para outras áreas. " Acho a ideia super válida. Muitas vidas e muitos acidentes podem ser poupados com esse projeto. A bicicleta é rápida e prática, pode auxiliar muita gente", explicou. Ela contou que novas Bikelâncias deveriam ser adquiridas devido ao grande número de frequentadores do Parque da Cidade. " Tem muito pedestre, atleta e criança. Uma hora ou outra, alguém vai precisar de ajuda. O transporte em cada ponto estratégico do Parque seria ideal", ressaltou Mariana.

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Parque Ana Lídia: um pouco da história e do presente


Por Luiza Novetti

O Parque Sarah Kubitschek, popularmente conhecido como “Parque da Cidade”, foi construído em 1978. Com 4,2 km² de área, é o maior parque urbano do mundo, superando até o mesmo o famoso Central Park, em Nova York. Por ter seu espaço tão grande, é fácil ter em sua estrutura atividades que agradam a todos. Pedalinhos, Parque de diversão, biciletário, entre outros. Mas um dos pontos mais famosos do local é o Parque Ana Lídia, voltado para as crianças.

                Inaugurado em 1974, recebeu este nome em homenagem à Ana Lídia Braga, menina de sete anos que sumiu durante o período da ditadura militar, de seu colégio na Asa Norte e foi encontrada no dia seguinte, morta, no Campus da Universidade de Brasília (UnB). O caso nunca foi solucionado.
                Em sua estrutura, o parque tem vários temas. Com abóboras da Cinderella, que remetem aos contos de fadas, cabanas de índios, que remetem as residências deste povo, barcos vikings, o famoso foguete que leva as crianças à altura entre outros. Estas atrações encantam toda a criançada, e os deixa com gostinho de quero mais.
Juliano e sua filha Júlia na entrada do Parque Ana Lídia
                É o caso de Juliano Freitas, de 30 anos. Ele, que é de Recife, veio passear com a filha, Lívia, de dois anos em meio em Brasília. Em uma semana, foi a terceira vez que ele levou a pequena ao parque.  “Ela quer voltar todo dia. Adorou o lugar”, justificou Juliano.
                Para as crianças que moram aqui, o local também um atrativo e tanto. Por elas gostarem tanto do local, as professoras de um colégio público na Samambaia trouxeram os alunos para comemorar o dia das crianças no Parque Ana Lídia. “São poucos parques que tem essa acessibilidade e esse espaço amplo e verde”, contou a professora Osete Batista, de 47 anos.
A babá Juliana, ao lado de Heitor e Davi
                Em outros casos, o ar livre que o parque proporciona pode ser o diferencial para a saúde das crianças. Para Heitor, de 2 anos, o local passou a ser uma forma de tratamento contra a asma. “Ele não pode ficar em lugares fechados, por isso estamos aqui pelo menos três vezes na semana”, contou a babá do menino, Juliana Mendes, de 24 anos. O menino brincava com o irmão mais velho, Davi, de cinco anos.
                Mas algumas mães não confiam na seguridade do local para levar seu filhos. Mara Bessa, de 40 anos, conta que nunca levou às filhas ao parque. “Eu temo pela segurança delas, pois aqueles brinquedos parecem estarem velhos e enferrujados”, declarou a mãe de Luma, de 13 anos e Ana Clara, de 8. Mara conta que quando era jovem ia sempre ao parque e que adorava brincar no foguete mas faz ressalvas. “Naquele tempo, os brinquedos pareciam mais novos e melhor conservados”, opinou ela.
                Dentro do Parque Ana Lídia é proibido andar de skate, adultos de bicicleta e patins, animais, soltar pipa e entrar com bebidas alcoólicas. O horário de funcionamento é das 8 horas da manhã às cinco da tarde.
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Parque da Cidade: monitoramento conta com 60 vigilantes


Por Thaiana Profeta

Para manter a segurança do Parque da Cidade Sarah kubitschek de Brasília, são necessárias 60 pessoas, como esclarece o administrador do local Paulo Dubois.  Segundo ele os profissionais se dividem em quatro turnos durante todos os dias. Nos finais de semana e feriados o parque recebe o reforço de seis profissionais.

O administrador explica que a segurança é privada e pública.  A privada é feita pelos agentes e a segurança pública é composta pelas forças da polícia civil e militar. Para atender melhor ao parque o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também estão presentes.

Como medidas para reduzir a violência no Parque da Cidade, Paulo Dubois diz que os estacionamentos fecham de meia noite às cinco horas da manhã. E para proporcionar mais tranquilidade os equipamentos como os brinquedos passaram por constantes reformas. Outras medidas foram a proibição das festas noturnas e a vigilância dos vestiários. “Com a medida de segurança de exigência de identificação para o uso do vestiário, acabamos com os problemas dos furtos que haviam dentro da área”, ressalta.

Entre os principais crimes que ocorrem no parque estão o furto e o roubo. Dubois destaca que muitos frequentadores se tornam vítimas por deixarem o carro aberto e com equipamentos dentro do veículo. Outro agravante são os encontros amorosos nos estacionamentos que atraem muitos criminosos. Segundo o administrador novas medidas serão implantadas para reduzir tais problemas. “Em agosto do ano passado foi apresentado um projeto que visa revolucionar o sistema de segurança privada que envolve a segurança fíxa, móvel e o serviço de vídeo monitoramento”, declara.

Confira a entrevista com o administrador
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Parque da Cidade: Mau estado de brinquedos não põem risco à segurança, garante administrador

Por Ana Carolina Machado


Brinquedo esquecido




Localizado no centro de Brasília, o Parque da Cidade Sara Kubitschek, ou popularmente chamado de Parque da Cidade pelos moradores, possui uma extensa área de lazer. Porém, há algum tempo o parque vem sendo esquecido e isso se reflete também nos brinquedos. 

Andando pelo Parque se observa a existência de brinquedos sem balanço, outros cobertos pela grama, que evidencia a falta de conservação há algum tempo e ainda tem aqueles com marcas de pichação. Questionado sobre o estado desses brinquedos, o administrador do Parque, Paulo Dubois, comenta que sabe que os brinquedos não estão no seu melhor estado, mas há condições de segurança em todos eles, pois não são alarmantes os perigos. "A manutenção é constante, semanalmente fazemos uma vistoria em todos os equipamentos para verificar se há alguma parte estragada para fazer o concerto. Quando há algum brinquedo em risco, interditamos e mandamos para o reparo". 

Paulo também comenta que existiam vinte e oito brinquedos interditados na época que ele assumiu a direção do Parque. "Colocamos todos eles para funcionar e hoje trabalhamos a manutenção." Ele completa dizendo que de vez em quando ocorrem pequenos acidentes. " Uma criança no balanço está sujeita a cair, acidentes existem, não motivados por um problema técnico, que pode existir[...] por mais seguro que esteja pode acontecer alguma coisa, o esforço é para evitar que ocorra algum acidente".

Wiliam Santos, comenta que trás sua prima de cinco anos quase todo fim de semana para o Parque, mas não se sente muito seguro em deixar ela ir nos brinquedos sozinha, pelo estado que eles se encontram. O abandono no Parque é claro, muita coisa ainda precisa ser feita, mas a vontade de melhoria também. O resultado é esperar a melhora e não deixar um lugar especialmente para o lazer no centro de Brasília, ser esquecido do jeito que se encontra. 





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Parque da Cidade: Centro Hípico oferece equoterapia a R$ 300

Centro Hípico do Parque da Cidade (CHP)

Com uma área de cerca de 4 milhões de metros quadrados, o Parque da Cidade é referência quando o assunto é lazer. Localizado em uma área central de Brasília, o local abriga parque de diversão, quadras esportivas, lago artificial, churrasqueiras, restaurantes, kartódromo, parquinhos e pavilhão de exposições. É lá também que está localizado um dos Centros Hípicos mais antigos da capital. 

O Centro Hípico do Parque da Cidade (CHP) foi fundado no final da década de 1980 pelo cavaleiro olímpico Almir Vieira. O objetivo do Centro é formar cavaleiros e amazonas em várias modalidades do hipismo e difundi-lo como esporte  para todos aqueles que frequentam o Parque da Cidade. Além das aulas de salto, adestramento e concurso completo (evento que reúne provas de adestramento, cross-country e salto), o centro oferece sessões de Equoterapia. No CHP uma sessão de Equoterapia custa, em média R$ 300. O preço ainda é caro, mas os benefícios  são muitos.

A Equoterapia é um método terapêutico que utiliza cavalos no desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência. A atividade exige a participação do corpo inteiro e contribui para o desenvolvimento da força muscular e aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio.

Mais informações sobre a Equoterapia em www.equoterapia.org.br

Esporte completo

O hipismo virou esporte no século XIX, inspirado na caça de raposas. A prática regular traz vários benefícios tanto ao corpo, quanto a mente. O esporte desenvolve a coordenação motora, o equilíbrio, a postura e contribui na regulagem da pressão arterial.

O CHP possui área de 18 mil metros quadrados
O hipismo auxilia também no desenvolvimento comportamental e quando praticado por crianças aumenta a noção de compreensão e sociabilidade. Leonardo Dias começou a praticar o esporte cedo. “Comecei com 12 anos. O hipismo já virou uma tradição na família e só me trouxe benefícios”, afirma. Para o estudante, que hoje tem 19 anos, o esporte ajuda desenvolver noções de relacionamento.







Por Gabriela Caldas
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Parque da Cidade: comerciantes reclamam de prejuízos

Giuliana Yolle

O comércio no Parque da Cidade traz várias opções para a família que pretende aproveitar o meio ambiente em meio a opções gastronômicas. O público que vai ao lugar, seja qual for o dia da semana, pode aproveitar os produtos comercializados por vendedores ambulantes até restaurantes que cobram preços exorbitantes.

Aliando o esporte com a gastronomia, o Carreira Kart é um bom exemplo disso, sendo um dos comércios que mais lucram naquele centro.“São 25 anos de empresa, com clientes antigos que hoje trazem os seus filhos não só para correr de kart como também para almoçar ou jantar”, avaliou Isabela Diniz, coordenadora do setor, que vende desde lanches até refeições variadas. “Em feriados e finais de semana fica lotado”, garantiu.

Outros seguimentos de mercado também ganham boas proporções no Parque da Cidade. Valdécio Ribeiro, dono de uma banca de revistas há 20 anos, utiliza-se do seu ponto para agradar alguns atletas, que já se habituaram a comprar jornais e revistas com uma água de coco. “O maior movimento é pela manhã ou no fim da tarde. Já tenho um público cativo”, admite o empreendedor.

Entretanto, ter um ponto de comércio no Parque da Cidade pode render prejuízos. Durante a semana, o movimento é muito fraco, principalmente nos períodos mais secos e com chuvas. Há um mês como ambulante, Pedro Henrique revela que teve um público pequeno nos últimos dias. “Nesse período do ano se vende pouco sorvete. Teve dias que eu vendi só umas três unidades”, lamentou.
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Conheça um pouco dos bastidores da Agência de Notícias UniCEUB

Vencedora da categoria “iniciativa acadêmica” do 9º Prêmio Engenho de Comunicação, a Agência de Notícias do UniCEUB tem um papel fundamental na vida dos estudantes de jornalismo. A reportagem do Esquina Online conversou com o editor, professor Luiz Claudio, e com os alunos voluntários.

A estudante do 6º semestre, Jamile Rodrigues, 19 anos, diz que participa do projeto porque facilita o aprendizado em jornalismo comunitário, área na qual a aluna quer  atuar.

Cecilia Sóter, estudante do 6º semestre, conta como é a rotina de trabalho durante os jogos da NBB, campeonato que também é material noticioso para a Agência. “Eu faço a cobertura dos jogos de basquete. E nelas, a gente faz de tudo um pouco: tira fotos, atualiza as mídias sociais. Além de coletar as informações para fazer o texto.”

O recém-graduado Rafael Cadengue, 20 anos, detalha como foi a experiência dele na Agência de Notícias. Ele incentiva futuros alunos a participarem da equipe do professor Luiz Claudio.

Agência

O professor Luiz Claudio foi o idealizador do projeto
“Uma Agência de Notícias é um veículo de comunicação que tem um propósito de oferecer materiais jornalísticos para outros veículos”, ensina o professor Luiz Claudio Ferreira, 37 anos. Segundo o professor, existem agências comerciais e não comerciais, como a da UniCEUB. Luiz explica que há iniciativas de empresas que montam a própria equipe de jornalismo delas para vender as notícias como a France-Presse e Reuters.
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Parque da Cidade: de kart, bicicleta ou a pé, um lugar para superar limites

Lucas Magalhães

Há quem vá ao Parque da Cidade apenas para manter a forma física, mas também existem pessoas que  pretendem ultrapassar seus limites em diversas modalidades. Por ter uma área muito grande- o Parque da Cidade ocupa 4,2km²- o espaço é apropriado para a prática de diversos esportes.
Para se ter uma ideia, o Parque da Cidade recebeu, em 2011, a primeira edição do Desafio 20h de Ciclismo. O evento, organizado pela turma do Pedal Noturno DF, responsável pela organização do Audax (evento que deixou de acontecer a partir de 2011), reuniu ciclistas que percorreram, durante 20h, os 10 km de pista do Parque da Cidade. O evento, que não ocorreu em 2012, terá em 2013 mais uma edição, que já está sendo pensada pelo Pedal Noturno DF.
A corrida também é um dos esportes praticados no Parque da Cidade. No entanto, algumas provas não são tão organizadas. O estudante Marcio Rocha, de 31 anos, conta que participou de um evento em 2011 e se arrependeu. “Chegando lá, estava tudo muito bagunçado. A organização não conseguiu entregar os chips e a prova foi disputada em um circuito misto, na pista dos carros, na pista de cooper e até na grama”, conta.

Emoção nas pistas

O automobilismo é uma das paixões nacionais, junto com o futebol. Os títulos mundiais de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna na Fórmula 1 fizeram das corridas de carro uma das grandes diversões do brasileiro. Para quem não pode competir com bólidos maiores, o kart surge como opção de diversão. Para aqueles que levam a brincadeira a sério, campeonatos entre amigos são realizados no Carrera Kart, que fica no estacionamento 11 do Parque da Cidade.
Para Marcelo Alves, conhecido como Marcelo Bocão, o kart começou como uma diversão entre amigos há oito anos e agora se tornou uma paixão. “Eu simplesmente não consigo afirmar que sensações eu tenho quando estou pilotando”, admite. Bocão participa do Speed Sinvas, o maior campeonato amador de kart de Brasília, que conta atualmente com 54 pilotos. O Speed Sinvas não envolve apenas o lado competitivo do kart, mas também leva em consideração o lado filantrópico do esporte: a cada quatro etapas (são disputadas 13 corridas por ano), alimentos são recolhidos pelos próprios pilotos e posteriormente entregues a instituições de caridade.
Assim como aconteceu com Bocão, Idelvan Ferreira, ou simplesmente Vaninho, começou no kart por brincadeira ao receber convites de amigos para participar de competições há quatro anos e também se tornou um viciado nas corridas, que servem para esquecer o estresse do dia a dia. “Não há nada melhor que andar de kart. Quando estou pilotando, me sinto totalmente envolvido na corrida, me esqueço de todos os problemas”, afirma.
Para os interessados em iniciarem sua jornada no kart amador, o gerente do Carrera Kart, Virgílio Quintão, conta que é fácil. “Quem quiser correr, basta formar um grupo de amigos e vir. O Carrera cede o espaço, os carros e os monitores de pista. A diversão fica por conta dos participantes”, convida. Para aqueles que se destacarem, há ainda a opção de disputar o Campeonato Carrera, que acontece entre os meses de março a dezembro, sempre com uma etapa por mês. Para se credenciar para o Campeonato Carrera, o piloto deve fazer um dos dez melhores tempos do mês entre os competidores, que são divididos por categorias de peso.




E mais: Acompanhe o repórter Lucas Magalhães em uma volta no circuito do Carrera Kart:  http://youtu.be/zDh4tbQ1OSU



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